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		<title>Portal do Desenvolvimento</title>
		<link>http://www.desenvolvimento.gov.br</link>
		<description>Últimas Notícias</description>
		<language>pt-br</language>
		<item>
			<title>Governo vai à China divulgar oportunidades de investimento no Brasil</title>
			<pubDate>2008-07-04T00:00:00-03:00</pubDate>
			<link>http://www.desenvolvimento.gov.br/sitio/interna/noticia.php?area=5&amp;noticia=8384</link>
			<description>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O governo brasileiro realiza, a partir do pr&amp;oacute;ximo domingo (6/7), uma miss&amp;atilde;o comercial &amp;agrave; China &amp;ndash; Macau, Hong Kong e Pequim &amp;ndash;, para apresentar a empres&amp;aacute;rios e investidores o semin&amp;aacute;rio &amp;ldquo;Oportunidades de investimentos no Brasil&amp;rdquo;. Chefiada pelo secret&amp;aacute;rio de Com&amp;eacute;rcio Exterior do Minist&amp;eacute;rio do Desenvolvimento, Ind&amp;uacute;stria e Com&amp;eacute;rcio Exterior (MDIC), Welber Barral, a miss&amp;atilde;o tem o objetivo de atrair mais investimentos chineses para o pa&amp;iacute;s. &lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Nos semin&amp;aacute;rios, ser&amp;atilde;o apresentados projetos que superam os US$ 10 bilh&amp;otilde;es em investimentos e s&amp;atilde;o principalmente voltados para as &amp;aacute;reas de infra-estrutura, log&amp;iacute;stica e gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de energia. A miss&amp;atilde;o ao gigante asi&amp;aacute;tico faz parte das estrat&amp;eacute;gias previstas no documento &amp;ldquo;Agenda China: A&amp;ccedil;&amp;otilde;es Positivas para as Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Econ&amp;ocirc;mico-Comerciais Sino-Brasileiras&amp;rdquo;, lan&amp;ccedil;ado no &amp;uacute;ltimo dia 3 de julho, em Bras&amp;iacute;lia. O texto sobre o lan&amp;ccedil;amento pode ser lido no link &lt;a href=&quot;../../../salaimprensa&quot;&gt;www.desenvolvimento.gov.br/salaimprensa&lt;/a&gt;. &lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Mais do que uma simples exposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do cen&amp;aacute;rio econ&amp;ocirc;mico brasileiro, o governo brasileiro pretende apresentar projetos concretos para empresas chinesas, conforme o perfil dos investidores, com apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o das potencialidades econ&amp;ocirc;micas regionais brasileiras, ainda bastante desconhecidas naquele pa&amp;iacute;s. Al&amp;eacute;m de semin&amp;aacute;rios, est&amp;atilde;o previstas visitas a empresas previamente selecionadas para a apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de instrumentos que o Brasil oferece para estabelecimento de projetos espec&amp;iacute;ficos.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;As apresenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es brasileiras ser&amp;atilde;o feitas pelo coordenador-geral da Rede Nacional de Informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre o Investimento (Renai) do MDIC, Eduardo Celino &amp;ndash; &amp;quot;Agroneg&amp;oacute;cios&amp;quot;-; pelo presidente da Ag&amp;ecirc;ncia de Promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es e Investimentos (Apex-Brasil), Alessandro Teixeira &amp;ndash; &amp;quot;Panoramas da economia brasileira e oportunidades de investimentos&amp;quot;&amp;ndash;; e pela secret&amp;aacute;ria-executiva do Programa de Acelera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Crescimento (PAC), Miriam Belchior &amp;ndash; &amp;quot;Zonas de Processamento de Exporta&amp;ccedil;&amp;atilde;o (ZPEs) e banco de oportunidades estaduais&amp;quot;. Para falar de investimentos em biocombust&amp;iacute;veis, o representante brasileiro ser&amp;aacute; o diretor do departamento da Cana-de-A&amp;ccedil;&amp;uacute;car e Agroenergia do Minist&amp;eacute;rio da Agricultura, Pecu&amp;aacute;ria e Abastecimento (MAPA), Alexandre Strapasson. Tamb&amp;eacute;m participam do evento os secret&amp;aacute;rios do MDIC Welber Barral (Com&amp;eacute;rcio Exterior) e Francelino Grando (Tecnologia Industrial).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos setores&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Os setores brasileiros potenciais para recebimento de investimentos chineses foram identificados por meio do cruzamento de informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre o perfil das multinacionais chinesas, o fluxo de com&amp;eacute;rcio Brasil-China e o interesse brasileiro em agregar valor aos produtos atualmente exportados para aquele pa&amp;iacute;s, durante a elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Agenda China.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A partir do documento, foi constatado um renovado interesse das empresas chinesas em investir na infra-estrutura log&amp;iacute;stica para escoamento e transporte de commodities para os portos ou plantas metal&amp;uacute;rgicas. Assim, ser&amp;atilde;o divulgadas oportunidades para investimentos chineses na constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de rodovias, ramais ferrovi&amp;aacute;rios, minerodutos, terminais portu&amp;aacute;rios e, at&amp;eacute; mesmo, hidrovias, no &amp;acirc;mbito dos projetos priorizados no Programa de Acelera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Crescimento (PAC).&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Para outros setores econ&amp;ocirc;micos, s&amp;atilde;o vislumbradas oportunidades de forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de joint ventures em projetos para os quais empresas brasileiras buscam parcerias que aportem capital, tecnologia ou acesso ao mercado chin&amp;ecirc;s. &lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Verifica-se, ainda, a possibilidade de coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre Brasil e China na produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de etanol, seja para a instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o de novas usinas ou na dissemina&amp;ccedil;&amp;atilde;o da produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o desse combust&amp;iacute;vel limpo. Tamb&amp;eacute;m h&amp;aacute; interesse brasileiro em estender essa parceria para o biodiesel, principalmente em fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o da obrigatoriedade de mistura desse combust&amp;iacute;vel ao diesel - a partir de julho de 2008, na propor&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 3%, chegando a 5% em 2013 -, gerando a necessidade de novos investimentos no Brasil.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;MACAU&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Domingo (6/7)&amp;nbsp; &lt;br /&gt;Visita &amp;agrave;s f&amp;aacute;bricas da Zona Fronteiri&amp;ccedil;a de Macau. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Segunda-feira (7/7):&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;Das 9h &amp;agrave;s 13h - Semin&amp;aacute;rio &amp;ldquo;Oportunidades de investimentos no Brasil&amp;rdquo;, no World Trade Center - Sala L&amp;oacute;tus;&lt;br /&gt;Das 15h &amp;agrave;s 16h &amp;ndash; encontro dos representantes do governo brasileiro com o secret&amp;aacute;rio para a Economia e Finan&amp;ccedil;as do Governo da Regi&amp;atilde;o Administrativa e Especial de Macau, Francis Tam Pak Yuen;&lt;br /&gt;Das 16h30 &amp;agrave;s 18h &amp;ndash; visita ao Secretariado Permanente do F&amp;oacute;rum para a Coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o Econ&amp;ocirc;mica e Comercial entre a China e os Pa&amp;iacute;ses de L&amp;iacute;ngua Portuguesa &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;HONG KONG &lt;br /&gt;Ter&amp;ccedil;a-feira (8/7)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;09h &amp;ndash; Reuni&amp;atilde;o com representantes do Minist&amp;eacute;rio da Ind&amp;uacute;stria da Informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, no &amp;acirc;mbito da Subcomiss&amp;atilde;o da Ind&amp;uacute;stria da Informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o (Cosban), coordenada pelo Secretario de Tecnologia Industrial (STI) do MDIC, Francelino Grando;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;PEQUIM&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ter&amp;ccedil;a-feira (8/7)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;16h &amp;ndash; Visita t&amp;eacute;cnica do secret&amp;aacute;rio de Tecnologia Industrial, Francelino Grando, ao Tsinghua Science Park a convite do Minist&amp;eacute;rio da Ind&amp;uacute;stria da Informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da China;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quarta-feira (9/7)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Das 8h30 &amp;agrave;s 13h: Semin&amp;aacute;rio &amp;ldquo;Oportunidades de investimentos no Brasil&amp;rdquo;, no China World Hotel&lt;br /&gt;16h: Reuni&amp;atilde;o com o China Development Bank&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quinta-feira (10/7)&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;10h &amp;ndash; reuni&amp;atilde;o com o Vice-Ministro Gao Hucheng&lt;br /&gt;15h: In&amp;iacute;cio das reuni&amp;otilde;es t&amp;eacute;cnicas com Ministry of Commerce (Mofcom)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Sexta-feira (11.07)&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;08h30: Continua&amp;ccedil;&amp;atilde;o das reuni&amp;otilde;es t&amp;eacute;cnicas com Mofcom&lt;br /&gt;10h: Reuni&amp;atilde;o com a Vice-Ministra Ma Xiuhong&lt;br /&gt;16h: Reuni&amp;atilde;o de encerramento dos trabalhos com o Mofcom&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es para imprensa:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Assessoria de Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o Social do MDIC &lt;br /&gt;(61) 2109.7190 e 2109.7198&lt;br /&gt;Rachel Porf&amp;iacute;rio&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;mailto:rachel.porfirio@desenvolvimento.gov.br&quot;&gt;rachel.porfirio@desenvolvimento.gov.br&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</description>
		</item>
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			<title>Fórum do setor de carnes realiza reunião em Brasília</title>
			<pubDate>2008-07-04T00:00:00-03:00</pubDate>
			<link>http://www.desenvolvimento.gov.br/sitio/interna/noticia.php?area=2&amp;noticia=8386</link>
			<description>&lt;p&gt;Reunido ontem (3/7), no minist&amp;eacute;rio do Desenvolvimento, Ind&amp;uacute;stria e Com&amp;eacute;rcio Exterior (MDIC), em Bras&amp;iacute;lia, o F&amp;oacute;rum Produtivo do Setor de Carnes definiu o dia 17 de julho deste ano como a data para conclus&amp;atilde;o do plano de trabalho do setor. O documento, que ser&amp;aacute; elaborado pelo governo e a iniciativa privada, definir&amp;aacute; as metas para o segmento e as a&amp;ccedil;&amp;otilde;es a serem executadas por cada um dos lados envolvidos, para que sejam alcan&amp;ccedil;ados os objetivos previstos na Pol&amp;iacute;tica de Desenvolvimento Produtivo (PDP) para o setor.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os termos definidos no plano ser&amp;atilde;o formalizados na pr&amp;oacute;xima reuni&amp;atilde;o do F&amp;oacute;rum de Carnes, em data a ser definida posteriormente. Somente ap&amp;oacute;s essa etapa, as metas come&amp;ccedil;ar&amp;atilde;o a ser colocadas em pr&amp;aacute;tica. O ministro Miguel Jorge foi representado na reuni&amp;atilde;o pelo secret&amp;aacute;rio-executivo Ivan Ramalho.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Pol&amp;iacute;tica de Desenvolvimento Produtivo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo o secret&amp;aacute;rio do Desenvolvimento da Produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o do MDIC, Armando Meziat, o setor de carnes foi inclu&amp;iacute;do na PDP por ser considerado um dos segmentos estrat&amp;eacute;gicos para o pa&amp;iacute;s, na &amp;aacute;rea comercial. &amp;quot;Foram inclu&amp;iacute;dos setores que possuem competitividade reconhecida e foco em investimentos de grande volume, que, por isso, receber&amp;atilde;o financiamentos estrat&amp;eacute;gicos do setor p&amp;uacute;blico, com &amp;ecirc;nfase na implanta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de projetos de expans&amp;atilde;o f&amp;iacute;sica, internacionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o empresarial e lideran&amp;ccedil;a tecnol&amp;oacute;gica para que tenham sua lideran&amp;ccedil;a no mercado consolidada e ampliada&amp;quot;, explica.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante a reuni&amp;atilde;o, o presidente da Ag&amp;ecirc;ncia Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Reginaldo Arcuri, tamb&amp;eacute;m destacou a import&amp;acirc;ncia do setor para a economia nacional e, ao falar sobre a PDP, destacou que a pol&amp;iacute;tica n&amp;atilde;o &amp;eacute; uma simples declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o de inten&amp;ccedil;&amp;otilde;es por possuir focos bem definidos, apesar de ser bastante abrangente.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ele explicou que a PDP tem como s&amp;iacute;ntese a id&amp;eacute;ia de que &amp;eacute; preciso sustentar o crescimento investindo de uma maneira espec&amp;iacute;fica, incorporando cada vez mais a inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o como componente central da politica industrial brasileira. &amp;quot;O pa&amp;iacute;s vive um momento privilegiado de crescimento econ&amp;ocirc;mico, fruto de longos anos de esfor&amp;ccedil;os do pa&amp;iacute;s inteiro, mas para que esse momento n&amp;atilde;o seja apenas epis&amp;oacute;dico, precisamos aproveit&amp;aacute;-lo&amp;quot;, disse.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es para a imprensa:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Assessoria de Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o Social do MDIC&lt;br /&gt;(61) 2109-7190 e 21097139&lt;br /&gt;Juliana Ribeiro&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;mailto:juliana.ribeiro@desenvolvimento.gov.br&quot;&gt;&lt;font color=&quot;#2462b9&quot;&gt;juliana.ribeiro@desenvolvimento.gov.br&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</description>
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			<title>Governo lança estratégia para ampliar relações com o mercado chinês</title>
			<pubDate>2008-07-03T00:00:00-03:00</pubDate>
			<link>http://www.desenvolvimento.gov.br/sitio/interna/noticia.php?area=1&amp;noticia=8378</link>
			<description>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O ministro do Desenvolvimento, Ind&amp;uacute;stria e Com&amp;eacute;rcio Exterior, Miguel Jorge, o subsecret&amp;aacute;rio-geral Pol&amp;iacute;tico do minist&amp;eacute;rio das Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Exteriores, Roberto Jaguaribe e o secret&amp;aacute;rio das Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Internacionais do Agroneg&amp;oacute;cio do Minist&amp;eacute;rio da Agricultura, Pecu&amp;aacute;ria e Abastecimento, C&amp;eacute;lio Porto, lan&amp;ccedil;aram hoje (3/7) o documento &amp;ldquo;Agenda China: A&amp;ccedil;&amp;otilde;es Positivas para as Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Econ&amp;ocirc;mico-Comerciais Sino-Brasileiras&amp;rdquo;, durante evento realizado na Confedera&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional da Ind&amp;uacute;stria (CNI), em Bras&amp;iacute;lia. Tamb&amp;eacute;m participaram do evento o presidente da CNI, Armando Monteiro Neto, o embaixador chin&amp;ecirc;s no Brasil, Chen Duqing, o presidente do Conselho Empresarial Brasil-China, Ernesto Heinzelmann, o presidente da Ag&amp;ecirc;ncia Brasileira de Promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es e Investimentos, Alessandro Teixeira, empres&amp;aacute;rios e representantes de entidades setoriais.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O documento &amp;eacute; resultado de uma s&amp;eacute;rie de estudos focados no fortalecimento das rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es comerciais entre o Brasil e a China. A estrat&amp;eacute;gia foi elaborada a partir de um trabalho coordenado pelo Minist&amp;eacute;rio do Desenvolvimento, Ind&amp;uacute;stria e Com&amp;eacute;rcio Exterior (MDIC), em parceria com os Minist&amp;eacute;rios das Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Exteriores (MRE) e da Agricultura, Pecu&amp;aacute;ria e Abastecimento (MAPA), com a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Conselho Empresarial Brasil-China e da CNI. O texto representa o marco inicial, que se desdobrar&amp;aacute; em an&amp;aacute;lises aprofundadas para determinados setores e um calend&amp;aacute;rio consolidado de atividades com foco no mercado chin&amp;ecirc;s.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Duas das metas previstas pelo estudo s&amp;atilde;o triplicar as exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es brasileiras para a China e atrair mais investimentos chineses para o Brasil at&amp;eacute; 2010. A estrat&amp;eacute;gia prev&amp;ecirc; tamb&amp;eacute;m a&amp;ccedil;&amp;otilde;es coordenadas voltadas para resultados efetivos e de reflexo favor&amp;aacute;vel na balan&amp;ccedil;a comercial e no fluxo de investimentos. Al&amp;eacute;m das a&amp;ccedil;&amp;otilde;es espec&amp;iacute;ficas de incremento do com&amp;eacute;rcio com a China, a Agenda China apresentar&amp;aacute; medidas pontuais para ampliar a atra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de investimentos chineses para o Brasil.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;As a&amp;ccedil;&amp;otilde;es estrat&amp;eacute;gicas desenvolvidas pelo grupo interministerial buscam tamb&amp;eacute;m atenuar os desequil&amp;iacute;brios quantitativos e qualitativos nas transa&amp;ccedil;&amp;otilde;es comerciais entre o dois pa&amp;iacute;ses. Desde 2007 a balan&amp;ccedil;a comercial bilateral vem sendo amplamente superavit&amp;aacute;ria em favor da China. O d&amp;eacute;ficit comercial com a China fechou ano passado com quase US$ 1,9 bilh&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Agenda China&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Durante a elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Agenda China, foram estabelecidos alguns crit&amp;eacute;rios para selecionar os produtos e setores que ser&amp;atilde;o objeto das a&amp;ccedil;&amp;otilde;es pontuais de promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o comercial e de atra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de investimentos at&amp;eacute; 2010. A partir de uma an&amp;aacute;lise dos dados do Sistema Radar Comercial do MDIC, foram listados 619 produtos, classificados como priorit&amp;aacute;rios para o Brasil no mercado chin&amp;ecirc;s.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;De acordo com a metodologia que norteou os trabalhos, os produtos foram primeiramente agregados setorialmente. Ap&amp;oacute;s essa sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o, foram identificados 48 setores com potencial exportador brasileiro e demanda chinesa, mas com pequena ou nenhuma exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es brasileiras para aquele mercado. Desses 48 setores, os que o Brasil tem competitividade mundial e que t&amp;ecirc;m grande espa&amp;ccedil;o para crescimento no mercado chin&amp;ecirc;s ser&amp;atilde;o alvo de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es de promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o comercial. Nos setores em que h&amp;aacute; grande demanda chinesa, mas que as exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es brasileiras precisam aproveitar melhor o potencial do mercado e aumentar a competitividade, as a&amp;ccedil;&amp;otilde;es pontuais ser&amp;atilde;o de atra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de investimento. &lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;SETORES &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;A&amp;Ccedil;&amp;Otilde;ES DE PROMO&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O COMERCIAL&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Carne su&amp;iacute;na&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Em 2008, a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o chinesa de carne su&amp;iacute;na deve ficar 16% abaixo da registrada em 2005. As expectativas s&amp;atilde;o que nos pr&amp;oacute;ximos anos as importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es chinesas desse produto superem os US$ 200 milh&amp;otilde;es, o que representa boas oportunidades para os exportadores brasileiros. O Brasil &amp;eacute; hoje o quarto produtor e exportador mundial de carne su&amp;iacute;na. Em 2007, as exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es brasileiras do produto totalizaram US$ 1,2 bilh&amp;atilde;o, um incremento de 3,8% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao desempenho de 2005.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Carne de aves&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O Brasil &amp;eacute; hoje o maior exportador mundial e o terceiro maior produtor de carne de aves. Entre 2005 e 2007, as importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es chinesas de produtos do setor cresceram 183%, de US$ 323,7 milh&amp;otilde;es para US$ 916,3 milh&amp;otilde;es. Os maiores fornecedores para o mercado chin&amp;ecirc;s em 2007 foram Estados Unidos (64,1%), Brasil (21,2%) e Argentina (14,7%). &lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Peixes e crust&amp;aacute;ceos&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;No per&amp;iacute;odo de 2005 a 2007, as importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es chinesas de peixes e crust&amp;aacute;ceos aumentaram de US$ 379,2 milh&amp;otilde;es para US$ 797,2 milh&amp;otilde;es (+110,2%). Em 2007, os principais fornecedores para o mercado chin&amp;ecirc;s foram R&amp;uacute;ssia (42,8%), &amp;Iacute;ndia (8,1%), Tail&amp;acirc;ndia (7%), Estados Unidos (5,4%) e Pa&amp;iacute;ses Baixos (4,8%). As exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es brasileiras de peixes e crust&amp;aacute;ceos para a China somaram somente US$ 182,1 mil, o que equivale a 0,02% na participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o desse mercado. &lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Soja (&amp;Oacute;leos)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O Brasil &amp;eacute; o quarto maior produtor e o segundo maior exportador mundial de &amp;oacute;leo de soja. No tri&amp;ecirc;nio 2005- 2007, as importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es chinesas de produtos do setor &amp;ldquo;Soja&amp;rdquo; obtiveram um aumento de 143,5%, de US$ 873,4 milh&amp;otilde;es para US$ 2,1 bilh&amp;otilde;es. No ano passado, os principais fornecedores desses produtos para o mercado chin&amp;ecirc;s foram Argentina (80,1%), Brasil (14,5%) e Estados Unidos (5,2%). &lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Massas e prepara&amp;ccedil;&amp;otilde;es aliment&amp;iacute;cias&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A importa&amp;ccedil;&amp;atilde;o chinesa de produtos do setor de massas e prepara&amp;ccedil;&amp;otilde;es aliment&amp;iacute;cias, entre os anos de 2005 e 2007, aumentou 25,1% - de US$ 181,8 milh&amp;otilde;es para US$ 227,6 milh&amp;otilde;es. Os principais fornecedores para mercado chin&amp;ecirc;s em 2007 foram Estados Unidos (38%), Pa&amp;iacute;ses Baixos (14,3%), Jap&amp;atilde;o (5,6%), Cor&amp;eacute;ia do Sul (4,4%) e Reino Unido (3,7%). J&amp;aacute; as exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es brasileiras perfizeram US$ 229 milh&amp;otilde;es em 2007, representando crescimento de 40% frente a 2005. No mercado chin&amp;ecirc;s, a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o brasileira foi de 1,4%. &lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Farinhas para animais&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;As compras totais chinesas de farinhas para animais, no tri&amp;ecirc;nio 2005-2007, aumentaram de US$ 116,9 milh&amp;otilde;es para US$ 140,1 milh&amp;otilde;es (+19,7%). No ano passado, os principais exportadores desses produtos para a China foram os Estados Unidos (37,7%), Austr&amp;aacute;lia (6,7%), Reino Unido (6,7%), Pa&amp;iacute;ses Baixos (6,6%) e Fran&amp;ccedil;a (6,6%). J&amp;aacute; as exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es brasileiras desses produtos totalizaram US$ 85,1 milh&amp;otilde;es em 2007 (+21,2%), em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a 2005, sendo que, para a China, essas vendas somaram US$ 5 milh&amp;otilde;es ou 3,5% das importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es chinesas dos produtos do setor. &lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Produtos minerais&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;As importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es chinesas de produtos minerais cresceram 133,9% - US$ 4,9 bilh&amp;otilde;es para US$ 11,6 bilh&amp;otilde;es &amp;ndash; no per&amp;iacute;odo entre 2005 e 2007. No ano passado, os principais pa&amp;iacute;ses que forneceram produtos minerais para a China foram Chile (25,7%), Peru (20,5%), Austr&amp;aacute;lia (12,7%), Mong&amp;oacute;lia (8,0%) e Estados Unidos (7,1%). As exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es de produtos minerais em 2007 somaram US$ 1,1 bilh&amp;atilde;o, aumento de 154,6% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a 2005. Para a China, estas exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es somaram US$ 73,8 milh&amp;otilde;es, correspondente a 0,6% de participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o no referido mercado.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Petr&amp;oacute;leo e derivados&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;No tri&amp;ecirc;nio 2005-2007, as compras chinesas de petr&amp;oacute;leo e derivados aumentaram 66,5% - de US$ 47,9 bilh&amp;otilde;es para US$ 79,7 bilh&amp;otilde;es. Em 2007, os maiores fornecedores para o mercado chin&amp;ecirc;s foram Ar&amp;aacute;bia Saudita (16,4%), Angola (16,1%), Ir&amp;atilde; (13,1%), R&amp;uacute;ssia (9,0%) e Om&amp;atilde; (8,2%). As exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es brasileiras de petr&amp;oacute;leo e derivados, em 2007, para o mercado chin&amp;ecirc;s somaram US$ 839,9 milh&amp;otilde;es, ou seja, uma participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 1% naquele mercado. &lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Produtos qu&amp;iacute;micos&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;As compras totais da China de produtos qu&amp;iacute;micos, entre 2005 e 2007, cresceram 50,1% - de US$ 6,2 bilh&amp;otilde;es para US$ 9,3 bilh&amp;otilde;es. As principais origens das importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es chinesas de produtos qu&amp;iacute;micos, em 2007, foram Jap&amp;atilde;o (31,4%), Cor&amp;eacute;ia do Sul (19,5%), Estados Unidos (8,2%) e Alemanha (4,5%). As exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es brasileiras totais de produtos qu&amp;iacute;micos totalizaram US$ 518,8 milh&amp;otilde;es, no ano, um incremento de 85,6% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a 2005. Desse total, US$ 69,7 milh&amp;otilde;es tiveram como destino o mercado chin&amp;ecirc;s, significando uma participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 0,75% no referido mercado. &lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Produtos farmac&amp;ecirc;uticos&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Entre 2005 a 2007, as importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es chinesas de produtos farmac&amp;ecirc;uticos aumentaram de US$ 215 milh&amp;otilde;es para US$ 334,2 milh&amp;otilde;es (+55%). Os principais fornecedores para o mercado chin&amp;ecirc;s, em 2007, foram Jap&amp;atilde;o (20,8%), Estados Unidos (20,7%), Irlanda (11,8%), Fran&amp;ccedil;a (9,1%) e It&amp;aacute;lia (9 %). As vendas internacionais brasileiras de produtos farmac&amp;ecirc;uticos totalizaram US$ 41,3, um incremento de 77,4% no tri&amp;ecirc;nio. A participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o brasileira no mercado chin&amp;ecirc;s foi de 0,14% com exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es no valor de US$ 488 mil.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Tintas&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;As compras internacionais da China de produtos do setor de tintas aumentaram 23,7%, de US$ 562,3 milh&amp;otilde;es para US$ 695,4 milh&amp;otilde;es. Em 2007, os principais fornecedores para o mercado chin&amp;ecirc;s foram Jap&amp;atilde;o (29,8%), Cor&amp;eacute;ia do Sul (12,9%) e Alemanha (9,7%). As exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es brasileiras de produtos do setor atingiram US$ 90,8 milh&amp;otilde;es em 2007, um incremento de 29,3% no tri&amp;ecirc;nio. Para a China, as vendas brasileiras alcan&amp;ccedil;aram US$ 895,8 mil - uma participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 0,13% no mercado chin&amp;ecirc;s. &lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Higiene pessoal e cosm&amp;eacute;ticos&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;No per&amp;iacute;odo de 2005 a 2007, as importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es chinesas de produtos de higiene pessoal e cosm&amp;eacute;ticos cresceram 86,5% - de US$ 156,6 milh&amp;otilde;es para US$ 292,1 milh&amp;otilde;es. Em 2007, os principais pa&amp;iacute;ses que abasteceram o mercado chin&amp;ecirc;s foram Fran&amp;ccedil;a (40,4%), Jap&amp;atilde;o (20,7%), Estados Unidos (19,3%) e Cor&amp;eacute;ia do Sul (6,8%). No tri&amp;ecirc;nio, as exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es brasileiras de produtos de higiene pessoal alcan&amp;ccedil;aram US$ 24,9 milh&amp;otilde;es, um incremento de 100,7%. Para a China, as exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es brasileiras foram de US$ 5 mil, uma participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 0,002% no mercado chin&amp;ecirc;s.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Produtos de limpeza&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;As importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es chinesas de produtos de limpeza, entre 2005 e 2007, foram de US$ 423,1 milh&amp;otilde;es para US$ 620,7 milh&amp;otilde;es (+46,7%). Os principais fornecedores para o mercado chin&amp;ecirc;s em 2007 foram Estados Unidos (21,7%), Jap&amp;atilde;o (14,5%), R&amp;uacute;ssia (12,7%), Alemanha (11,1%) e Mal&amp;aacute;sia (5,5%). No mesmo ano, as exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es brasileiras desses produtos totalizaram US$ 66,8 milh&amp;otilde;es, acr&amp;eacute;scimo de 67,2% sobre 2005. As vendas brasileiras destinadas &amp;agrave; China somaram US$ 304,5 mil, o que equivaleu &amp;agrave; participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 0,05% no mercado chin&amp;ecirc;s. &lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Colas e enzimas&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;No per&amp;iacute;odo de 2005 a 2007, as importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es da China de colas e enzimas sa&amp;iacute;ram de US$ 196,5 milh&amp;otilde;es para US$ 245,8 milh&amp;otilde;es (+25,1%). Em 2007, os principais fornecedores para a China foram Tail&amp;acirc;ndia (20,3%), Dinamarca (15,3%), Estados Unidos (13,8%) e Finl&amp;acirc;ndia (8,9%). No ano passado, as exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es brasileiras desses produtos atingiram US$ 58,2 milh&amp;otilde;es, uma alta de 83,6% sobre 2005. A participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o brasileira no mercado chin&amp;ecirc;s representou 0,04%, com exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es de US$ 87,9 mil em 2007.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Pl&amp;aacute;sticos &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;As importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es chinesas de produtos pl&amp;aacute;sticos no tri&amp;ecirc;nio 2005-2007 cresceram 34,2% - de US$ 15,4 bilh&amp;otilde;es para 20,7 bilh&amp;otilde;es. Em 2007, os principais fornecedores para o mercado chin&amp;ecirc;s foram Cor&amp;eacute;ia do Sul (19,0%), Jap&amp;atilde;o (15,0%), Estados Unidos (9,7%) e Cingapura (3,8%). No ano passado, as exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es brasileiras desses produtos chegaram a US$ 1,4 bilh&amp;atilde;o, uma alta de 51,5 % sobre o desempenho apresentado em 2005. Os embarques para a China somaram US$ 41,4 milh&amp;otilde;es, o que representou 0,2% de participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o no mercado chin&amp;ecirc;s.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Borracha&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;No per&amp;iacute;odo de 2005 a 2007, as importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es chinesas de produtos de borracha aumentaram de US$ 1,9 bilh&amp;atilde;o para US$ 3,0 bilh&amp;otilde;es (+60,4%). Os principais fornecedores ao mercado chin&amp;ecirc;s em 2007 foram Cor&amp;eacute;ia do Sul (20,5%), Jap&amp;atilde;o (18,9%), Estados Unidos (10,1%) e R&amp;uacute;ssia (4,1%). As exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es brasileiras de produtos de borracha totalizaram US$ 434,5 milh&amp;otilde;es em 2007, valor 13,3% maior que o registrado em 2005. A participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o brasileira nas importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es chinesas desses produtos correspondeu a 1,3%, no valor de US$ 38,8 milh&amp;otilde;es. &lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Peles, peleteria, couros e seus artefatos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;De 2005 a 2007, as compras internacionais chinesas de produtos do setor coureiro cresceram 46,6%, de US$ 1,5 bilh&amp;atilde;o para US$ 2,2 bilh&amp;otilde;es. Os principais fornecedores para o mercado chin&amp;ecirc;s foram It&amp;aacute;lia (17,5%), Cor&amp;eacute;ia do Sul (13,5%), Taiwan (12,7%) e Tail&amp;acirc;ndia (3,9%). As exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es brasileiras desses produtos atingiram US$ 788,7 milh&amp;otilde;es, uma alta de 110,6% no tri&amp;ecirc;nio. As vendas do Brasil para o mercado chin&amp;ecirc;s alcan&amp;ccedil;aram US$ 119 milh&amp;otilde;es, com uma participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 5,2%. &lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Papel e celulose&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;As importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es da China de papel e celulose registraram aumento de 47,6% entre 2005 e 2007, saindo de US$ 2,2 bilh&amp;otilde;es para US$ 3,3 bilh&amp;otilde;es. Em 2007, os maiores fornecedores para o mercado chin&amp;ecirc;s foram, al&amp;eacute;m do Brasil que ocupou a segunda posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Indon&amp;eacute;sia (24%), Estados Unidos (9,1%), R&amp;uacute;ssia (8,2%), Chile (7,6%) e Canad&amp;aacute; (6,3%). As vendas externas brasileiras de papel e celulose somaram US$ 3,7 bilh&amp;otilde;es no ano passado, um crescimento de 41,2% sobre 2005. As exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es brasileiras para a China somaram US$ 432,1 milh&amp;otilde;es, o que equivaleu a uma participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 12,8% no mercado chin&amp;ecirc;s. &lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;T&amp;ecirc;xteis&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Entre 2005 e 2007, as compras internacionais da China de t&amp;ecirc;xteis obtiveram aumento de 15,1%, de US$ 3,8 bilh&amp;otilde;es para US$ 4,4 bilh&amp;otilde;es. Destacaram-se as exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos Estados Unidos (36,2%), &amp;Iacute;ndia (19,6%), Uzbequist&amp;atilde;o (6,7%), Hong Kong (6,2%), Austr&amp;aacute;lia (3,8%) e Burkina Faso (3,5%) em 2007. As vendas externas brasileiras atingiram US$ 678,3 milh&amp;otilde;es no mesmo ano, acr&amp;eacute;scimo de 2,1% sobre 2005. Para a China, as vendas brasileiras alcan&amp;ccedil;aram US$ 34,4 milh&amp;otilde;es, com uma participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 0,8% no mercado chin&amp;ecirc;s.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Cal&amp;ccedil;ados &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;No tri&amp;ecirc;nio 2005-2007, o total das importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es chinesas de produtos cal&amp;ccedil;adistas cresceu de US$ 111,9 milh&amp;otilde;es para US$ 221,7 milh&amp;otilde;es (+ 98,0%).&amp;nbsp; Em 2007, os principais fornecedores para o mercado chin&amp;ecirc;s foram Vietn&amp;atilde; (17,8%), Indon&amp;eacute;sia (15,4%), It&amp;aacute;lia (14,0%) e Tail&amp;acirc;ndia (6,2%). No mesmo ano, as exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es brasileiras desses produtos alcan&amp;ccedil;aram US$ 1 bilh&amp;atilde;o, um decr&amp;eacute;scimo de 5% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a 2005. Para a China, as vendas desses produtos foram de US$ 797,3 mil, o equivalente 0,3% do mercado chin&amp;ecirc;s. &lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Metal&amp;uacute;rgicos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;As compras totais chinesas de produtos metal&amp;uacute;rgicos aumentaram 78,4% de 2005 a 2007, quando sa&amp;iacute;ram de US$ 1,7 bilh&amp;atilde;o para US$ 3 bilh&amp;otilde;es. Os maiores fornecedores para o mercado chin&amp;ecirc;s foram Jap&amp;atilde;o (32%), Estados Unidos (19,2%), Cor&amp;eacute;ia do Sul (9,2%) e Alemanha (7,9%) em 2007. As vendas externas brasileiras de produtos metal&amp;uacute;rgicos atingiram US$ 382,7 milh&amp;otilde;es em 2007, um acr&amp;eacute;scimo de 57,5% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a 2005.&amp;nbsp; As exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es brasileiras para a China somaram US$ 9,8 milh&amp;otilde;es, com uma participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 0,32% no mercado chin&amp;ecirc;s.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Metais n&amp;atilde;o ferrosos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;De 2005 a 2007, as importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es chinesas de metais n&amp;atilde;o-ferrosos saltaram de US$ 5,7 bilh&amp;otilde;es para US$ 14,3 bilh&amp;otilde;es (+148,8%). Em 2007, os principais fornecedores para o mercado chin&amp;ecirc;s foram Chile (36,1%), Jap&amp;atilde;o (10,5%), Canad&amp;aacute; (8,9%), Austr&amp;aacute;lia (7,8%) e Cazaquist&amp;atilde;o (7,4%). As vendas externas brasileiras desses produtos US$ 1,1 bilh&amp;atilde;o em 2007, um crescimento de 259,7% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a 2005. A participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o brasileira no mercado chin&amp;ecirc;s foi de 1,4%, com exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es de US$ 206,8 milh&amp;otilde;es em 2007. &lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Ferramentas, talheres e outras obras de metais&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O total das importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es chinesas de ferramentas, talheres e outras obras de metais, entre 2005 e 2007, cresceram de US$ 603,3 milh&amp;otilde;es para US$ 787,1 milh&amp;otilde;es (+30,4%). Os maiores fornecedores para o mercado chin&amp;ecirc;s foram Jap&amp;atilde;o (45,9%), Cor&amp;eacute;ia do Sul (21,5%), Taiwan (12,1%) e Alemanha (8,1%) em 2007. As exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es brasileiras desses produtos foram de US$ 109,2 milh&amp;otilde;es em 2007, um acr&amp;eacute;scimo de 10,5% sobre 2005. Para a China, as vendas brasileiras somaram US$ 1,2 milh&amp;atilde;o, isso significou uma participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 0,15% no mercado chin&amp;ecirc;s. &lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;M&amp;aacute;quinas e motores&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;No tri&amp;ecirc;nio 2005- 2007, as importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es chinesas de m&amp;aacute;quinas e motores registraram alta de 47,1%, quando sa&amp;iacute;ram de US$ 13,7 bilh&amp;otilde;es para US$ 20,2 bilh&amp;otilde;es. Os principais fornecedores para o mercado chin&amp;ecirc;s foram Jap&amp;atilde;o (26,3%), Alemanha (20,1%), Estados Unidos (12,1%) e Cor&amp;eacute;ia do Sul (7,4%) em 2007. No mesmo ano, as vendas externas brasileiras somaram US$ 5 bilh&amp;otilde;es, um incremento de 22,6% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a 2005. A participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos produtos brasileiros no mercado chin&amp;ecirc;s foi de 0,8% no per&amp;iacute;odo, com exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es de US$ 176,1 milh&amp;otilde;es em 2007.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Materiais el&amp;eacute;tricos e eletro-eletr&amp;ocirc;nicos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;As importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es chinesas de materiais el&amp;eacute;tricos e eletro-eletr&amp;ocirc;nicos entre 2005 e 2007 obtiveram aumento de 59,3%, saltando de US$ 16,4 bilh&amp;otilde;es para US$ 26,1 bilh&amp;otilde;es. Os principais fornecedores para o mercado chin&amp;ecirc;s foram Jap&amp;atilde;o (24%), Alemanha (9,4%) e Cor&amp;eacute;ia do Sul (6,5%) em 2007. As exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es brasileiras desses produtos atingiram US$ 1,8 bilh&amp;atilde;o em 2007, um acr&amp;eacute;scimo de 92,4% em compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com 2005. Para a China, as exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es brasileiras alcan&amp;ccedil;aram US$ 17,5 milh&amp;otilde;es com participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 0,06% no mercado chin&amp;ecirc;s.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Ve&amp;iacute;culos e materiais para vias f&amp;eacute;rreas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O total das importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es chinesas de produtos do setor de ve&amp;iacute;culos e materiais para vias f&amp;eacute;rreas, no tri&amp;ecirc;nio 2005-2007, aumentou de US$ 75,3 milh&amp;otilde;es para US$ 214,3 milh&amp;otilde;es (+184,5%). Em 2007, os principais pa&amp;iacute;ses que abasteceram o mercado chin&amp;ecirc;s foram It&amp;aacute;lia (48,6%), &amp;Aacute;ustria (27,8%) e Jap&amp;atilde;o (12,6%). No mesmo ano, as exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es brasileiras desses produtos alcan&amp;ccedil;aram US$ 81,2 milh&amp;otilde;es, um aumento de 48,5% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a 2005. As exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es do Brasil para a China somaram US$ 344 mil no mesmo ano, o que equivaleu a uma participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de apenas 0,2% no referido mercado. &lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Ve&amp;iacute;culos automotores e suas partes&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Entre 2007 e 2005, as importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es chinesas de ve&amp;iacute;culos automotores e suas partes cresceram 16,7%, de US$ 3,4 bilh&amp;otilde;es para US$ 7,4 bilh&amp;otilde;es. Em 2007, os principais fornecedores para o mercado chin&amp;ecirc;s foram Jap&amp;atilde;o (42,8%), Alemanha (29,2%), Cor&amp;eacute;ia do Sul (7,7%) e Estados Unidos (4,9%). Em 2007, as vendas externas brasileiras desses produtos totalizaram US$ 2,4 bilh&amp;otilde;es, acr&amp;eacute;scimo de 33,4% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a 2005. Para a China, estas exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es brasileiras alcan&amp;ccedil;aram US$ 24,7 milh&amp;otilde;es, com uma participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 0,33% no mercado chin&amp;ecirc;s no mesmo ano. &lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Instrumentos de precis&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;As importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es chinesas de instrumentos de precis&amp;atilde;o registraram aumento de 28,4% entre 2005 e 2007, quando sa&amp;iacute;ram de US$ 3,7 bilh&amp;otilde;es para US$ 4,8 bilh&amp;otilde;es. Os principais fornecedores para o mercado chin&amp;ecirc;s foram Jap&amp;atilde;o (23,3%), Estados Unidos (19,8%), Alemanha (19,6%) e Cor&amp;eacute;ia do Sul (6,4%) em 2007. J&amp;aacute; as exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es brasileiras desses produtos somaram US$ 239,1 milh&amp;otilde;es em 2007, um incremento de 34,4% com rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a 2005. Para a China, as exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es brasileiras somaram US$ 4,7 milh&amp;otilde;es, valor correspondente a 0,1% do mercado chin&amp;ecirc;s no mesmo ano. &lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;A&amp;Ccedil;&amp;Otilde;ES DE ATRA&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O DE INVESTIMENTOS&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Em 2006, os investimentos diretos realizados pelas empresas chinesas no exterior ultrapassaram US$ 16 bilh&amp;otilde;es, representando aumento de 30% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a 2005. De acordo dados do governo chin&amp;ecirc;s, entre 2006 e 2010, a expectativa &amp;eacute; de que os investimentos externos alcancem US$ 60 bilh&amp;otilde;es nesses cinco anos.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;No Brasil, conforme informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es do Banco Central, o ingresso de Investimento Estrangeiro Direto &amp;ndash; IED &amp;ndash; chin&amp;ecirc;s tem crescido de forma cont&amp;iacute;nua desde 2004, alcan&amp;ccedil;ando, em 2007, US$ 24,3 milh&amp;otilde;es. Este resultado colocou a China como o 36&amp;ordm; maior investidor no Brasil. As informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es do Banco Central tamb&amp;eacute;m indicam concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos investimentos de origem chinesa, em 2006, no setor de com&amp;eacute;rcio (56,7 %).&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O acompanhamento dos an&amp;uacute;ncios de projetos de investimento no Brasil, realizado pela Rede Nacional de Informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre o Investimento (Renai) do MDIC demonstra forte interesse dos chineses por investimentos produtivos no Brasil. Dentre informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es registradas no banco de dados da Renai, constam projetos de investimento de empresas com capital chin&amp;ecirc;s que totalizam US$ 7,3 bilh&amp;otilde;es, no per&amp;iacute;odo de 2005 a 2007. Entre os projetos de investimento de destaque, cita-se a joint venture firmada entre a chinesa Baosteel e a brasileira Vale, para constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de usina sider&amp;uacute;rgica no Esp&amp;iacute;rito Santo. A parceria para o projeto foi aprovada em 2007 e dever&amp;aacute; totalizar investimentos de US$ 5,5 bilh&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Os an&amp;uacute;ncios de investimento de empresas de capital chin&amp;ecirc;s mostram grande direcionamento para o P&amp;oacute;lo Industrial de Manaus (PIM), com concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o maior nos setores eletroeletr&amp;ocirc;nico (84%) e motocicletas (11%). Dados da Suframa indicam que os investimentos em empresas de capital chin&amp;ecirc;s, at&amp;eacute; o ano de 2006, totalizaram R$ 396 milh&amp;otilde;es. Al&amp;eacute;m destes setores, observam-se, em outras regi&amp;otilde;es do Brasil, projetos nos setores de telecomunica&amp;ccedil;&amp;otilde;es, siderurgia e minera&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Em virtude da estrat&amp;eacute;gia nacional chinesa de garantir seguran&amp;ccedil;a energ&amp;eacute;tica, sustentabilidade de recursos e expans&amp;atilde;o de mercados externos, h&amp;aacute; expectativa de forte crescimento dos investimentos diretos chineses nos pr&amp;oacute;ximos anos. Os setores mais proeminentes nesse movimento de internacionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o s&amp;atilde;o petr&amp;oacute;leo e minera&amp;ccedil;&amp;atilde;o, seguidos por portos, energias alternativas, automotivo, banc&amp;aacute;rio, telecomunica&amp;ccedil;&amp;otilde;es e ind&amp;uacute;stria eletr&amp;ocirc;nica.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Em resumo, a estrat&amp;eacute;gia brasileira de promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o de investimentos se orienta pelos seguintes pontos:&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Atra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de investimentos que agreguem valor &amp;agrave; atual pauta de exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es do Brasil para a China;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Intensifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Brasil como destino de invers&amp;otilde;es em setores nos quais os chineses j&amp;aacute; investem no pa&amp;iacute;s;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de oportunidades de investimentos em infra-estrutura, n&amp;atilde;o apenas pelo retorno financeiro do empreendimento em si, como tamb&amp;eacute;m pelo fator estrat&amp;eacute;gico da redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de custos de produtos intensamente exportados do Brasil para a China; e&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Aproveitamento do potencial agr&amp;iacute;cola brasileiro para atra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de invers&amp;otilde;es nas diversas etapas da cadeia produtiva.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;SETORES POTENCIAIS&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Por meio do cruzamento de informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre o perfil das multinacionais chinesas, o fluxo comercial sino-brasileiro e o interesse brasileiro em agregar valor aos produtos exportados para a China, foram identificados setores potenciais para recebimento de investimentos chineses.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Sider&amp;uacute;rgico&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;No setor minero-metal&amp;uacute;rgico &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel visualizar oportunidades de neg&amp;oacute;cios pela associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de mineradoras brasileiras com empresas chinesas em projeto de implanta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de usinas sider&amp;uacute;rgicas no Brasil. Esse tipo de projeto ampliaria o valor agregado das exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es de min&amp;eacute;rio de ferro, gerando diversos empregos, diretos e indiretos. As sider&amp;uacute;rgicas chinesas, por sua vez, poderiam realizar na China etapas posteriores da cadeia produtiva do a&amp;ccedil;o.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Investimento em log&amp;iacute;stica&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Outra segmento que pode atrair os interesses de aportes chineses no Brasil s&amp;atilde;o as obras de infra-estrutura e log&amp;iacute;stica, como em constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de rodovias, ramais ferrovi&amp;aacute;rios, minerodutos, terminais portu&amp;aacute;rios e, at&amp;eacute; mesmo, hidrovias.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Complexo Agr&amp;iacute;cola&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Nos &amp;uacute;ltimos anos, o Brasil consolidou sua posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o como um dos maiores produtores e fornecedores de alimentos e fibras do mundo. Como resultado, o Brasil &amp;eacute; o terceiro exportador mundial de produtos agr&amp;iacute;colas, com grande potencial para expans&amp;atilde;o. A China &amp;eacute; um parceiro de destaque, com importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de US$ 4,7 bilh&amp;otilde;es em produtos agr&amp;iacute;colas, no ano de 2007, o que representou 8% das exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es de produtos do agroneg&amp;oacute;cio brasileiro.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;Observa-se, tamb&amp;eacute;m, crescente desejo dos chineses em atuar na produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o agr&amp;iacute;cola no Brasil. Um efetivo movimento nesse sentido refor&amp;ccedil;aria o interesse daquele pa&amp;iacute;s em investir na log&amp;iacute;stica de escoamento, ampliando, assim, o envolvimento chin&amp;ecirc;s no pa&amp;iacute;s, na cadeia, para as atividades de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o, escoamento e exporta&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Biocombust&amp;iacute;veis&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Os chineses t&amp;ecirc;m bastante interesse no potencial produtor e consumidor brasileiro de etanol. O pa&amp;iacute;s produziu 21,5 bilh&amp;otilde;es de litros em 2007 e exportou 3,5 bilh&amp;otilde;es de litros, com 370 unidades produtoras. &lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de biodiesel no Brasil tornar-se-&amp;aacute; cada vez mais competitiva, principalmente, em fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o da obrigatoriedade de mistura ao diesel, na propor&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 2%, a partir de 2008, chegando a 5% em 2013. Isso representa um volume de 1 bilh&amp;atilde;o de litros, com a conseq&amp;uuml;ente necessidade de novos investimentos no pa&amp;iacute;s.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es para a imprensa:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Assessoria de Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o Social do MDIC&lt;br /&gt;(61) 2109.7190 e 2109.7198&lt;br /&gt;Rachel Porf&amp;iacute;rio&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;mailto:rachel.porfirio@desenvolvimento.gov.br&quot;&gt;rachel.porfirio@desenvolvimento.gov.br&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</description>
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			<title>Estratégia da Apex-Brasil para a China</title>
			<pubDate>2008-07-03T00:00:00-03:00</pubDate>
			<link>http://www.desenvolvimento.gov.br/sitio/interna/noticia.php?area=1&amp;noticia=8379</link>
			<description>&lt;p&gt;A Ag&amp;ecirc;ncia Brasileira de Promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es e Investimentos (Apex-Brasil) preparou um conjunto a&amp;ccedil;&amp;otilde;es para ampliar a inser&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Brasil no mercado chin&amp;ecirc;s, baseada em estudos de mercado que apontam oportunidades para os produtos brasileiros em diversos setores. O plano estrat&amp;eacute;gico inclui a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de empresas brasileiras em feiras e eventos no pa&amp;iacute;s e a abertura de um Centro de Neg&amp;oacute;cios em Pequim. A China &amp;eacute; um mercado priorit&amp;aacute;rio na estrat&amp;eacute;gia de expans&amp;atilde;o das exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es, assim como Hong Kong - considerado um pa&amp;iacute;s &amp;quot;trader&amp;quot; por onde entram produtos brasileiros vendidos para a China.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Estudos elaborados pela Apex-Brasil indicam que o crescimento das exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es brasileiras de produtos como frutas, peles, tintas, produtos qu&amp;iacute;micos, massas e prepara&amp;ccedil;&amp;atilde;o aliment&amp;iacute;cia, borracha, farinha para animais e metais n&amp;atilde;o ferrosos supera o crescimento das importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es totais chinesas. As exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es desses setores para a China cresceram, em m&amp;eacute;dia, 62%, enquanto as importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es chinesas cresceram apenas 21%. Esses setores est&amp;atilde;o aumentando sua participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o no mercado chin&amp;ecirc;s, o que confirma as oportunidades de neg&amp;oacute;cios para produtos brasileiros. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por meio de parcerias com entidades representativas de mais de 60 setores da economia, a Apex-Brasil promove a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o no mercado chin&amp;ecirc;s de fabricantes de vinhos, cal&amp;ccedil;ados, j&amp;oacute;ias, carne, petr&amp;oacute;leo e g&amp;aacute;s, fundi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, m&amp;aacute;quinas e equipamentos, t&amp;ecirc;xtil e confec&amp;ccedil;&amp;otilde;es, refrigera&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ventila&amp;ccedil;&amp;atilde;o e aquecimento, instrumentos musicais e couro. Em 2008 e 2009, estes setores participar&amp;atilde;o de 18 eventos naquele pa&amp;iacute;s. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante as Olimp&amp;iacute;adas de Pequim, ser&amp;aacute; organizado o espa&amp;ccedil;o Casa Brasil, que inclui atividades de networking, exposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de artesanato, degusta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de alimentos e bebidas, atividades com atletas, autoridades e celebridades brasileiras, al&amp;eacute;m da exibi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de conte&amp;uacute;do interativo sobre o Brasil e apresenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es culturais.&amp;nbsp; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em parceria com o Instituto de Coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o Internacional - ICOOI, a Ag&amp;ecirc;ncia realiza, a partir deste m&amp;ecirc;s, semin&amp;aacute;rios em 52 cidades chinesas, levantando o perfil mais detalhado dos poss&amp;iacute;veis parceiros comerciais, de mercados locais e da log&amp;iacute;stica que influencia a efetiva&amp;ccedil;&amp;atilde;o do neg&amp;oacute;cio. Na China, as diferen&amp;ccedil;as regionais s&amp;atilde;o muitas. O exportador deve planejar seu posicionamento considerando as diversas localidades como mercados diferentes. Al&amp;eacute;m de distintos, os mercados regionais s&amp;atilde;o distantes e independentes, o que traz mais &amp;ecirc;nfase &amp;agrave;s estrat&amp;eacute;gias com foco regional. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Centro de Neg&amp;oacute;cios&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A abertura de um Centro de Neg&amp;oacute;cios em Pequim neste ano faz parte da estrat&amp;eacute;gia da Apex-Brasil para facilitar o acesso das empresas brasileiras ao mercado chin&amp;ecirc;s. A Ag&amp;ecirc;ncia mant&amp;eacute;m cinco Centros de Neg&amp;oacute;cios no exterior: em Miami (EUA), Lisboa (Portugal), Dubai (Emirados &amp;Aacute;rabes), Vars&amp;oacute;via (Pol&amp;ocirc;nia) e Frankfurt (Alemanha). &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mercado Chin&amp;ecirc;s&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A China &amp;eacute; o segundo maior exportador mundial, com US$ 1, 218 trilh&amp;atilde;o exportados em 2007, atr&amp;aacute;s apenas da Alemanha, que exportou US$ 1,327 trilh&amp;atilde;o nesse ano. Em termos de importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, a China ocupa a terceira posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Importou US$ 956 bilh&amp;otilde;es em 2007, ap&amp;oacute;s os EUA (US$ 1, 953 trilh&amp;atilde;o) e Alemanha (US$ 1,059 trilh&amp;atilde;o). &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Uma grande expans&amp;atilde;o de consumo deve acontecer no pa&amp;iacute;s, nos pr&amp;oacute;ximos 10 anos, guiada pela combina&amp;ccedil;&amp;atilde;o do aumento dos sal&amp;aacute;rios e do sal&amp;aacute;rio m&amp;iacute;nimo, maiores lucros e amplia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do investimento governamental em &amp;aacute;reas rurais. Estima-se que o n&amp;uacute;mero de fam&amp;iacute;lias ganhando mais que US$ 5 mil por ano cres&amp;ccedil;a 24% ao ano. Cerca de 5,8 milh&amp;otilde;es de fam&amp;iacute;lias chinesas j&amp;aacute; possuem o estilo &amp;quot;ocidental&amp;quot; de consumo, com renda superior a US$ 10 mil por ano.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es para a imprensa:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Assessoria de Imprensa Apex-Brasil&lt;br /&gt;(61) 3426-0202&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.apexbrasil.com.br/&quot;&gt;www.apexbrasil.com.br&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;</description>
		</item>
				<item>
			<title>MDIC promove seminário sobre Sistemas Gerais de Preferências</title>
			<pubDate>2008-07-03T00:00:00-03:00</pubDate>
			<link>http://www.desenvolvimento.gov.br/sitio/interna/noticia.php?area=5&amp;noticia=8380</link>
			<description>&lt;p&gt;&amp;quot;Como funcionam os Sistemas Gerais de Prefer&amp;ecirc;ncia (SGPs) dos Estados Unidos, Uni&amp;atilde;o Europ&amp;eacute;ia, Jap&amp;atilde;o e R&amp;uacute;ssia&amp;rdquo; &amp;eacute; o tema do semin&amp;aacute;rio que a Secretaria de Com&amp;eacute;rcio Exterior (Secex) do Minist&amp;eacute;rio do Desenvolvimento, Ind&amp;uacute;stria e Com&amp;eacute;rcio Exterior (MDIC), em parceria com a C&amp;acirc;mara Americana de Com&amp;eacute;rcio (Amcham Brasil), promover&amp;aacute; na pr&amp;oacute;xima segunda-feira (7/7), das 8h &amp;agrave;s 12h, na sede paulista da Amcham. A participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do p&amp;uacute;blico &amp;eacute; gratuita e as inscri&amp;ccedil;&amp;otilde;es podem ser feitas pelo telefone (11) 3011-6000 ou pelo site &lt;a href=&quot;http://www.amcham.com.br/&quot;&gt;www.amcham.com.br&lt;/a&gt;. &lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A diretora do Departamento de Negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es Internacionais (Deint) do MDIC, Ros&amp;aacute;ria Baptista, apresentar&amp;aacute;, no evento, a palestra &amp;ldquo;O que &amp;eacute; o SGP: a import&amp;acirc;ncia do sistema como alavanca para as exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es de pa&amp;iacute;ses em desenvolvimento&amp;rdquo;. As palestras sobre os SGPs espec&amp;iacute;ficos ser&amp;atilde;o apresentadas pelos analistas de Com&amp;eacute;rcio Exterior do MDIC: Ana Cl&amp;aacute;udia Takatsu (Estados Unidos), Margarida Maria Andrade Dourado Reche (Uni&amp;atilde;o Europ&amp;eacute;ia), M&amp;aacute;rcio de Freitas Naves de Lima (R&amp;uacute;ssia) e Carlos Wagner Magalh&amp;atilde;es Lins (Jap&amp;atilde;o). &lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Para o secret&amp;aacute;rio de Com&amp;eacute;rcio Exterior do MDIC, Welber Barral, os SGPs s&amp;atilde;o muito importantes para o desempenho das exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es brasileiras. &amp;ldquo;No final deste ano, o Congresso norte-americano votar&amp;aacute; a prorroga&amp;ccedil;&amp;atilde;o das prefer&amp;ecirc;ncias para os diversos pa&amp;iacute;ses em desenvolvimento que fazem uso do sistema. O Brasil est&amp;aacute; muito articulado n&amp;atilde;o apenas para a manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o do SGP, como tamb&amp;eacute;m para a expans&amp;atilde;o do uso do sistema por exportadores brasileiros&amp;rdquo;, destacou. O secret&amp;aacute;rio ressaltou ainda que o andamento das discuss&amp;otilde;es sobre a prorroga&amp;ccedil;&amp;atilde;o do SGP norte-americano est&amp;aacute; sendo acompanhado por um grupo formado por representantes do MDIC, Minist&amp;eacute;rio das Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Exteriores (MRE) e entidades empresariais. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Lan&amp;ccedil;amento&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Durante o evento, os t&amp;eacute;cnicos da Secretaria de Com&amp;eacute;rcio Exterior (Secex) do MDIC lan&amp;ccedil;ar&amp;atilde;o o segundo volume da s&amp;eacute;rie &amp;ldquo;Manuais sobre os esquemas dos outorgantes do Sistema Geral de Prefer&amp;ecirc;ncias&amp;rdquo;, que tratar&amp;aacute; do Sistema Geral de Prefer&amp;ecirc;ncias dos EUA. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;SGPs&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O SGP foi criado, no final da d&amp;eacute;cada de 60, a partir de um acordo assinado entre pa&amp;iacute;ses desenvolvidos e sob o amparo da Confer&amp;ecirc;ncia das Na&amp;ccedil;&amp;otilde;es Unidas para Com&amp;eacute;rcio e Desenvolvimento (Unctad). Esse acordo previa a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o parcial ou total da tarifa de importa&amp;ccedil;&amp;atilde;o incidente sobre determinados produtos origin&amp;aacute;rio e procedente de alguns pa&amp;iacute;ses em desenvolvimento e menos desenvolvidos, com o objetivo de ampliar a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o desses pa&amp;iacute;ses no com&amp;eacute;rcio internacional. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Servi&amp;ccedil;o:&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;Semin&amp;aacute;rio: Como Funciona o SGP: EUA, UE, Jap&amp;atilde;o e R&amp;uacute;ssia&lt;br /&gt;Data: 7 de julho (segunda-feira)&lt;br /&gt;Hor&amp;aacute;rio: das 8h &amp;agrave;s 12h&lt;br /&gt;Local: Amcham, Rua da Paz, 1437, Ch&amp;aacute;cara Santo Ant&amp;ocirc;nio, S&amp;atilde;o Paulo, SP&lt;br /&gt;Inscri&amp;ccedil;&amp;otilde;es gratuitas: (11) 3011-6000 ou &lt;a href=&quot;http://www.amcham.com.br/&quot;&gt;www.amcham.com.br&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es para a imprensa:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Assessoria de Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o Social do MDIC &lt;br /&gt;(61) 2109.7190 e 2109.7198 &lt;br /&gt;Rachel Porf&amp;iacute;rio&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;mailto:rachel.porfirio@desenvolvimento.gov.br&quot;&gt;rachel.porfirio@desenvolvimento.gov.br&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
		</item>
				<item>
			<title>Camex aprova inclusão de 332 novos Ex-tarifários  </title>
			<pubDate>2008-07-03T00:00:00-03:00</pubDate>
			<link>http://www.desenvolvimento.gov.br/sitio/interna/noticia.php?area=1&amp;noticia=8381</link>
			<description>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A&amp;nbsp;C&amp;acirc;mara de Com&amp;eacute;rcio Exterior (Camex) decidiu hoje (3/7), durante reuni&amp;atilde;o realizada no Minist&amp;eacute;rio do Desenvolvimento, Ind&amp;uacute;stria e Com&amp;eacute;rcio Exterior (MDIC), a inclus&amp;atilde;o de 332 Ex-tarif&amp;aacute;rios &amp;ndash; 328 Bens de Capital (BK) e 4 de Bens de Inform&amp;aacute;tica e Telecomunica&amp;ccedil;&amp;otilde;es (BIT). A Camex aprovou ainda aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de dois direitos antidumping, uma medida compensat&amp;oacute;ria e uma altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de direito antidumping.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Al&amp;eacute;m disso, foi anunciada a internaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Normativa Mercosul sobre modifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o na Tarifa Externa Comum (TEC), que &amp;eacute; alterada duas vezes por ano, em 1&amp;ordm; de janeiro e 1&amp;ordm; de julho.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O &amp;oacute;rg&amp;atilde;o ampliou ainda a cota de importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de pneus remoldados origin&amp;aacute;rios e estabelecidos para o Paraguai e Uruguai, para 168 mil e 164 mil unidades, respectivamente.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Na reuni&amp;atilde;o, tamb&amp;eacute;m foram aprovados crit&amp;eacute;rios de distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o das cotas de exporta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de carne de frango para a Uni&amp;atilde;o Europ&amp;eacute;ia (UE). Neste caso, ficou definido que 90% do total da cota ser&amp;atilde;o divididos entre as empresas que j&amp;aacute; exportam o produto, com base nas vendas dos &amp;uacute;ltimos tr&amp;ecirc;s anos. J&amp;aacute; os outros 10% ser&amp;atilde;o considerados uma reserva t&amp;eacute;cnica, que poder&amp;aacute; ser usada pelas empresas que esgotarem sua cota ou por novos exportadores. Al&amp;eacute;m disso, o Brasil ganhou na Organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o Mundial do Com&amp;eacute;rcio (OMC) o direito de exportar para a UE at&amp;eacute; 342.584 toneladas de frango, por ano, sem pagamento de imposto de importa&amp;ccedil;&amp;atilde;o no mercado europeu.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Leia&amp;nbsp;as decis&amp;otilde;es da Camex nos links abaixo:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;../../../sitio/interna/noticia.php?area=1&amp;amp;noticia=8383&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Pneus remoldados do Mercosul t&amp;ecirc;m cota ampliada pela Camex&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;../../arquivos/dwnl_1215118054.doc&quot; target=&quot;_blank&quot; class=&quot;icodoc&quot;&gt;Camex aprova aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de tr&amp;ecirc;s direitos antidumping&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;../../arquivos/dwnl_1215118285.doc&quot; target=&quot;_blank&quot; class=&quot;icodoc&quot;&gt;Ex-tarif&amp;aacute;rios aprovados na reuni&amp;atilde;o Camex&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;../../arquivos/dwnl_1215118020.doc&quot; target=&quot;_blank&quot; class=&quot;icodoc&quot;&gt;Internaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Normativa Mercosul sobre modifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o na tarifa Externa Comum (TEC)&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es para imprensa:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Assessoria de Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o Social do MDIC &lt;br /&gt;(61) 2109.7190 e 2109.7198&lt;br /&gt;Aline Cruz Moura&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;mailto:aline.moura@desenvolvimento.gov.br&quot;&gt;aline.moura@desenvolvimento.gov.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;../../arquivos/dwnl_1215118020.doc&quot; target=&quot;_blank&quot; class=&quot;icodoc&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
		</item>
				<item>
			<title>Pneus remoldados do Mercosul têm cota ampliada pela Camex</title>
			<pubDate>2008-07-03T00:00:00-03:00</pubDate>
			<link>http://www.desenvolvimento.gov.br/sitio/interna/noticia.php?area=1&amp;noticia=8383</link>
			<description>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O Conselho de Ministros da C&amp;acirc;mara de Com&amp;eacute;rcio Exterior (Camex) aprovou hoje (3/7) a amplia&amp;ccedil;&amp;atilde;o das cotas de importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de pneus remoldados origin&amp;aacute;rios e estabelecidos para o Paraguai e Uruguai, para 168 mil e 164 mil unidades, respectivamente. Anteriormente, as cotas haviam sido fixadas em&amp;nbsp; 120 mil e 130 mil, para cada pa&amp;iacute;s.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A decis&amp;atilde;o da Camex poder&amp;aacute; ainda ser reavaliada pelo Grupo do Mercosul, que trata do assunto, e tamb&amp;eacute;m por laudo da Organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o Mundial do Com&amp;eacute;rcio (OMC), relativo &amp;agrave; controv&amp;eacute;rsia movida pela Uni&amp;atilde;o Europ&amp;eacute;ia contra o Brasil a respeito da proibi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da importa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de pneus reformados.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Leia tamb&amp;eacute;m:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;../../../sitio/interna/noticia.php?area=1&amp;amp;noticia=8381&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Camex aprova inclus&amp;atilde;o de 332 novos Ex-tarif&amp;aacute;rios&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es para imprensa:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Assessoria de Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o Social do MDIC &lt;br /&gt;(61) 2109.7190 e 2109.7198&lt;br /&gt;Aline Cruz Moura&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;mailto:aline.moura@desenvolvimento.gov.br&quot;&gt;aline.moura@desenvolvimento.gov.br&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
		</item>
				<item>
			<title>Agenda China será lançada amanhã em Brasília</title>
			<pubDate>2008-07-02T00:00:00-03:00</pubDate>
			<link>http://www.desenvolvimento.gov.br/sitio/interna/noticia.php?area=1&amp;noticia=8369</link>
			<description>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Os ministros do Desenvolvimento, Ind&amp;uacute;stria e Com&amp;eacute;rcio Exterior (MDIC), Miguel Jorge, das Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Exteriores (MRE), Celso Amorim, e da Agricultura Pecu&amp;aacute;ria e Abastecimento (MAPA), Reinhold Stephanes lan&amp;ccedil;am, amanh&amp;atilde; (3/7), &amp;agrave;s 8h, durante um caf&amp;eacute;-da-manh&amp;atilde; na sede da Confedera&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional da Ind&amp;uacute;stria (CNI), o documento &amp;ldquo;Agenda China: A&amp;ccedil;&amp;otilde;es Positivas para as Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Econ&amp;ocirc;mico-Comerciais Sino-Brasileiras&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O texto &amp;eacute; um estudo profundo sobre o mercado chin&amp;ecirc;s, cujo objetivo central &amp;eacute; o aprofundamento das rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es comerciais sino-brasileiras. O documento foi elaborado sob a coordena&amp;ccedil;&amp;atilde;o do MDIC, em parceria com o MRE e o MAPA e em colabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o Conselho Empresarial Brasil-China e com a CNI.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Servi&amp;ccedil;o:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Lan&amp;ccedil;amento da &amp;ldquo;Agenda China: A&amp;ccedil;&amp;otilde;es Positivas para as Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Econ&amp;ocirc;mico-Comerciais Sino-Brasileiras&amp;rdquo;&lt;br /&gt;Dia: 3 de julho (quinta-feira)&lt;br /&gt;Hor&amp;aacute;rio: 8 horas .&lt;br /&gt;Local: Sede da Confedera&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional da Ind&amp;uacute;stria &amp;ndash; CNI, em Bras&amp;iacute;lia (Setor Banc&amp;aacute;rio Norte, Quadra 01, Bloco C, Ed. Roberto Simonsen, 1&amp;ordm; subsolo)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es para a imprensa:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Assessoria de Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o Social do MDIC&lt;br /&gt;(61) 2109.7190 e 2109.7198&lt;br /&gt;Rachel Porf&amp;iacute;rio&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;mailto:rachel.porfirio@desenvolvimento.gov.br&quot;&gt;rachel.porfirio@desenvolvimento.gov.br&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</description>
		</item>
				<item>
			<title>Brasil e Japão terão acordo comercial e projetos de cooperação técnica na área de biomassa</title>
			<pubDate>2008-07-02T00:00:00-03:00</pubDate>
			<link>http://www.desenvolvimento.gov.br/sitio/interna/noticia.php?area=1&amp;noticia=8371</link>
			<description>&lt;p&gt;Brasil&amp;nbsp; e Jap&amp;atilde;o ir&amp;atilde;o desenvolver projetos conjuntos de pesquisa t&amp;eacute;cnica na &amp;aacute;rea de biomassa, al&amp;eacute;m de investirem no aumento do com&amp;eacute;rcio bilateral, com foco na exporta&amp;ccedil;&amp;atilde;o brasileira de etanol para os japoneses. Acordos nesse sentido foram assinados hoje (2/7) pelos ministros do Desenvolvimento, Ind&amp;uacute;stria e Com&amp;eacute;rcio Exterior (MDIC),&amp;nbsp; Miguel Jorge,&amp;nbsp; pelo ministro da Economia, Com&amp;eacute;rcio e Ind&amp;uacute;stria do Jap&amp;atilde;o, Akira Amari, al&amp;eacute;m de outros representantes dos dois governos e da iniciativa privada de ambos pa&amp;iacute;ses, durante reuni&amp;otilde;es realizadas na sede do MDIC, em Bras&amp;iacute;lia. Participou tamb&amp;eacute;m dos eventos, o ministro da Ci&amp;ecirc;ncia e Tecnologia, S&amp;eacute;rgio Rezende.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Miguel Jorge destacou a import&amp;acirc;ncia da visita do ministro da Economia japon&amp;ecirc;s, por ser a primeira realizada ao Brasil desde 1984. O ministro brasileiro disse que o momento atual tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; importante por causa do centen&amp;aacute;rio da imigra&amp;ccedil;&amp;atilde;o japonesa para o Brasil. Ele ainda lembrou o memorando assinado hoje pelos dois ministros, no qual est&amp;aacute; previsto a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um comit&amp;ecirc; de promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o de com&amp;eacute;rcio e investimentos entre os setores p&amp;uacute;blico e privado brasileiro e japon&amp;ecirc;s. &amp;quot;&amp;Eacute; a mostra de que nossa rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o estar&amp;aacute; centrada apenas no segmento de biocombust&amp;iacute;veis&amp;quot;, explicou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para Akira Amari, o encontro de hoje foi a oportunidade para uma &amp;quot;troca franca de id&amp;eacute;ias e opini&amp;otilde;es entre os dois pa&amp;iacute;ses&amp;quot; e a comprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o de que o Jap&amp;atilde;o est&amp;aacute; no caminho certo ao buscar ampliar a coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o pa&amp;iacute;s, na &amp;aacute;rea de biomassa. &amp;quot;O Brasil est&amp;aacute; engajado na busca de novas tecnologias e na manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o do papel de destaque mundial no segmento de bioetanol&amp;quot;, ressaltou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Novas tecnologias&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O governo japon&amp;ecirc;s anunciou que est&amp;aacute; desenvolvendo um projeto nacional para a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de bioetanol a base de celulose, que deve estar em pleno funcionamento at&amp;eacute; 2015. Hoje, o pa&amp;iacute;s depende 100% dos combust&amp;iacute;veis a base de petr&amp;oacute;leo, mas pretende diminuir essa depend&amp;ecirc;ncia em 80%, at&amp;eacute; 2030. Para isso, conta com a coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o tecnol&amp;oacute;gica com o Brasil, a partir da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Na segunda reuni&amp;atilde;o do dia, a UFRJ assinou um acordo t&amp;eacute;cnico com o Instituto de Ci&amp;ecirc;ncia e Tecnologia do Jap&amp;atilde;o com o objetivo de desenvolver pesquisas conjuntas para o desenvolvimento de novas tecnologias em biomassa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Jap&amp;atilde;o tamb&amp;eacute;m pretende aumentar a compra de bioetanol do Brasil. O primeiro passo foi dado, tamb&amp;eacute;m hoje, com a assinatura de um acordo comercial entre a empresa brasileria Copersucar e a empresa japonesa Japan Biofuels Supply LLP (JBSL), que prev&amp;ecirc; o fornecimento anual de 200 milh&amp;otilde;es de litros de etanol brasileiro ao pa&amp;iacute;s. O produto ser&amp;aacute; utilizado na fabrica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de bio-ETBE - nome dado ao combust&amp;iacute;vel utilizado nos ve&amp;iacute;culos japoneses, que &amp;eacute; feito a partir da mistura de etanol &amp;agrave; gasolina.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tanto o governo brasileiro quanto o japon&amp;ecirc;s demonstraram a preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o em garantir a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de biomassa sem danos ao meio-ambiente e &amp;agrave; produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de alimentos, al&amp;eacute;m de garantir a qualidade do produto a partir de programas de qualidade. Este assunto, especificamente, foi tratado pelo presidente do Instituto Nacional de Metrologia, Normaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Qualidade Industrial (Inmetro), Jo&amp;atilde;o Jornada, que falou dos programas de certifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do etanol que est&amp;atilde;o sendo desenvolvidos pelo &amp;oacute;rg&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para ler a &amp;iacute;ntegra das apresenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es feitas no evento, clique nos links abaixo:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;../../arquivos/dwnl_1215026161.pdf&quot; target=&quot;_blank&quot; class=&quot;icopdf&quot;&gt;Tetsu Hashiomoto&lt;/a&gt; - 616Kb&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;../../arquivos/dwnl_1215026191.pdf&quot; target=&quot;_blank&quot; class=&quot;icopdf&quot;&gt;AIST&lt;/a&gt; - 839Kb&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;../../arquivos/dwnl_1215026475.ppt&quot; target=&quot;_blank&quot; class=&quot;icoppt&quot;&gt;Alexandre Betinardi Strapasson&lt;/a&gt; - 6.9Mb&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;../../arquivos/dwnl_1215026539.ppt&quot; target=&quot;_blank&quot; class=&quot;icoppt&quot;&gt;Elba Bon&lt;/a&gt; - 4.7Mb&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;../../arquivos/dwnl_1215026587.ppt&quot; target=&quot;_blank&quot; class=&quot;icoppt&quot;&gt;Shigeo Hirai&lt;/a&gt; - 77Kb&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;../../arquivos/dwnl_1215026629.ppt&quot; target=&quot;_blank&quot; class=&quot;icoppt&quot;&gt;METI&lt;/a&gt; - 1.3Mb&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;../../arquivos/dwnl_1215028210.pdf&quot; target=&quot;_blank&quot; class=&quot;icopdf&quot;&gt;Alfred Szwarc&lt;/a&gt; - 1.6Mb&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;../../arquivos/dwnl_1215028422.pdf&quot; target=&quot;_blank&quot; class=&quot;icopdf&quot;&gt;Jo&amp;atilde;o Jornada&lt;/a&gt; - 5,7Mb&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es para a imprensa:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Assessoria de Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o Social do MDIC&lt;br /&gt;(61) 2109-7190 e 21097139&lt;br /&gt;Juliana Ribeiro&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;mailto:juliana.ribeiro@desenvolvimento.gov.br&quot;&gt;juliana.ribeiro@desenvolvimento.gov.br&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
		</item>
				<item>
			<title>Conselho de ministros da Camex se reúne na quinta-feira</title>
			<pubDate>2008-07-02T00:00:00-03:00</pubDate>
			<link>http://www.desenvolvimento.gov.br/sitio/interna/noticia.php?area=1&amp;noticia=8373</link>
			<description>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O Conselho de Ministros que integra a C&amp;acirc;mara de Com&amp;eacute;rcio Exterior (Camex) se reunir&amp;aacute; dia 3 de julho (quinta-feira) &amp;agrave;s 11h, no Minist&amp;eacute;rio do Desenvolvimento, Ind&amp;uacute;stria e Com&amp;eacute;rcio Exterior (MDIC). Na terceira reuni&amp;atilde;o deste ano, os ministros discutir&amp;atilde;o assuntos que visam formular, adotar, implementar e coordenar pol&amp;iacute;ticas e atividades do com&amp;eacute;rcio exterior. &lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A Camex &amp;eacute; um &amp;oacute;rg&amp;atilde;o interministerial, formado pelos ministros do Desenvolvimento, Ind&amp;uacute;stria e Com&amp;eacute;rcio Exterior (MDIC); da Casa Civil; das Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Exteriores (MRE); da Fazenda (MF); da Agricultura, Pecu&amp;aacute;ria e Abastecimento (MAPA); do Planejamento, Or&amp;ccedil;amento e Gest&amp;atilde;o (MPOG); e do Desenvolvimento Agr&amp;aacute;rio (MDA).&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es para imprensa:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Assessoria de Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o Social do MDIC &lt;br /&gt;(61) 2109.7190 e 2109.7198 &lt;br /&gt;Aline Cruz Moura&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;mailto:aline.moura@desenvolvimento.gov.br&quot;&gt;aline.moura@desenvolvimento.gov.br&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
		</item>
				<item>
			<title>Ministério e GDF assinam acordo para simplificar abertura de empresas no Distrito Federal</title>
			<pubDate>2008-07-02T00:00:00-03:00</pubDate>
			<link>http://www.desenvolvimento.gov.br/sitio/interna/noticia.php?area=4&amp;noticia=8374</link>
			<description>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O Minist&amp;eacute;rio do Desenvolvimento, Ind&amp;uacute;stria e Com&amp;eacute;rcio Exterior (MDIC) e o Governo do Distrito Federal (GDF) assinam nesta quinta-feira (3/7), na sede do MDIC, acordo de coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o t&amp;eacute;cnica que prev&amp;ecirc; a integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos sistemas informatizados da Junta Comercial do Distrito Federal (JCDF), da Secretaria da Fazenda do GDF e das administra&amp;ccedil;&amp;otilde;es regionais do Distrito Federal. A coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o possibilitar&amp;aacute; o acesso &amp;agrave;s informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es cadastrais, de empres&amp;aacute;rios e pessoas jur&amp;iacute;dicas, constantes nos bancos de dados das unidades envolvidas.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;ldquo;O acordo permitir&amp;aacute; simplificar e integrar procedimentos relativos a processos de registro e de legaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de empresas no Distrito Federal, e garantir&amp;aacute; a linearidade nos procedimentos, de acordo com diretrizes das leis do Redesim e Geral das Micro e Pequenas Empresas, de reduzir custos e prazos para formalizar um neg&amp;oacute;cio&amp;rdquo;, garante o secret&amp;aacute;rio de Com&amp;eacute;rcio e Servi&amp;ccedil;os do MDIC, Edson Lupatini Junior.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Metas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A partir da assinatura do documento, MDIC e GDF estabelecer&amp;atilde;o o prazo de oito dias para uma empresa come&amp;ccedil;ar a entrar em atividade no Distrito Federal (hoje, o prazo m&amp;eacute;dio &amp;eacute; de 27 dias). A maior agilidade ser&amp;aacute; poss&amp;iacute;vel porque a Junta Comercial do DF passar&amp;aacute; a emitir alvar&amp;aacute; provis&amp;oacute;rio de funcionamento a estabelecimentos de baixo risco, que poder&amp;atilde;o ser vistoriados posteriormente.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Essa a&amp;ccedil;&amp;atilde;o reduzir&amp;aacute; custos e etapas nos atendimentos prestados pela Secretaria de Estado da Fazenda e pelas Administra&amp;ccedil;&amp;otilde;es Regionais, ao eliminar a exig&amp;ecirc;ncia de apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de certid&amp;atilde;o simplificada para altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es cadastrais e de protocolos para processos registrados nessas inst&amp;acirc;ncias.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A incorpora&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Central F&amp;aacute;cil nessa parceria tamb&amp;eacute;m agilizar&amp;aacute; a abertura de novos empreendimentos na Capital, na medida em que a presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de servi&amp;ccedil;os ser&amp;aacute; feita em um &amp;uacute;nico lugar, economizando tempo e dinheiro do contribuinte. Isso j&amp;aacute; ocorre com a emiss&amp;atilde;o do Cadastro Nacional de Pessoa Jur&amp;iacute;dica (CNPJ), que atualmente &amp;eacute; feito pela JCDF.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de equipes de trabalho setoriais, com profissionais capacitados para operacionalizar as obriga&amp;ccedil;&amp;otilde;es previstas no acordo e garantir recursos materiais e humanos para o funcionamento das a&amp;ccedil;&amp;otilde;es conjuntas faz parte dessa estrat&amp;eacute;gia para dinamizar a formaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de novos neg&amp;oacute;cios. Considerando que aproximadamente 97% das empresas brasileiras s&amp;atilde;o de pequeno porte e de baixo risco, esse acordo &amp;eacute; uma a&amp;ccedil;&amp;atilde;o desburocratizante, que impactar&amp;aacute; na cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de empregos, no aumento de renda e na diminui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da informalidade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;As Juntas Comerciais do Brasil, como &amp;oacute;rg&amp;atilde;os locais, t&amp;ecirc;m as fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es de execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o e administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos servi&amp;ccedil;os de registro comercial, e o Departamento Nacional de Registro do Com&amp;eacute;rcio (DNRC), ligado &amp;agrave; Secretaria de Com&amp;eacute;rcio e Servi&amp;ccedil;os (SCS), do Minist&amp;eacute;rio, como &amp;oacute;rg&amp;atilde;o central, responde pela supervis&amp;atilde;o, orienta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, coordena&amp;ccedil;&amp;atilde;o e normatiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, no plano t&amp;eacute;cnico; e supletiva, no plano administrativo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Assessoria de Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o Social do MDIC &lt;br /&gt;(61) 2109-7190 e 2109-7198&lt;br /&gt;Alice Rosas Maciel &lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;mailto:alice.maciel@desenvolvimento.gov.br&quot;&gt;alice.maciel@desenvolvimento.gov.br&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</description>
		</item>
				<item>
			<title>Balança registra superávit de US$ 2,7 bilhões em junho</title>
			<pubDate>2008-07-01T00:00:00-03:00</pubDate>
			<link>http://www.desenvolvimento.gov.br/sitio/interna/noticia.php?area=5&amp;noticia=8365</link>
			<description>&lt;p&gt;A balan&amp;ccedil;a comercial brasileira registrou, nos 21 dias &amp;uacute;teis de junho de 2008, saldo comercial (diferen&amp;ccedil;a entre as exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es e as importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es) de US$ 2,719 bilh&amp;otilde;es (m&amp;eacute;dia di&amp;aacute;ria de US$ 129,5), segundo melhor desempenho do ano, ficando atr&amp;aacute;s apenas do resultado apresentado em maio &amp;uacute;ltimo, quando o super&amp;aacute;vit brasileiro totalizou US$ 4,075 bilh&amp;otilde;es. A corrente de com&amp;eacute;rcio (soma das exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es com as importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es) totalizou US$ 34,469 bilh&amp;otilde;es. As exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es, no m&amp;ecirc;s, foram de US$ 18,594 bilh&amp;otilde;es (m&amp;eacute;dia di&amp;aacute;ria de US$ 885,4 milh&amp;otilde;es) e as importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es chegaram a US$ 15,875 bilh&amp;otilde;es (m&amp;eacute;dia di&amp;aacute;ria de US$ 756 milh&amp;otilde;es). &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O desempenho das exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es em junho, pelo crit&amp;eacute;rio da m&amp;eacute;dia di&amp;aacute;ria, foi 35% maior que o registrado em junho do ano passado (US$ 655,9 milh&amp;otilde;es) e 8,3% menor que a performance em maio &amp;uacute;ltimo, quando a m&amp;eacute;dia di&amp;aacute;ria das exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es chegou a US$ 965,2 milh&amp;otilde;es. As exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es nos meses de junho de 2007 (20 dias &amp;uacute;teis) e de maio de 2008 (tamb&amp;eacute;m 20 dias &amp;uacute;teis) totalizaram US$ 13,118 bilh&amp;otilde;es e US$ 19,303 bilh&amp;otilde;es respectivamente.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es brasileiras no m&amp;ecirc;s cresceram 62,6% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; m&amp;eacute;dia di&amp;aacute;ria apresentada em junho de 2007 (US$ 464,9 milh&amp;otilde;es) e recuaram 0,7% na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com a performance m&amp;eacute;dia di&amp;aacute;ria registrada no m&amp;ecirc;s de maio de 2008 (US$ 761,4 milh&amp;otilde;es). Os desembarques internacionais somaram US$ 9,297 bilh&amp;otilde;es em junho do ano passado e US$ 15,228 bilh&amp;otilde;es em maio deste ano.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pelo crit&amp;eacute;rio da m&amp;eacute;dia di&amp;aacute;ria, ao se fazer a compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o do saldo apresentado em junho 2007 (m&amp;eacute;dia di&amp;aacute;ria de US$ 191,1 milh&amp;otilde;es), observou-se uma queda de 32,2%. E ao se fazer a mesma compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o desempenho em maio de 2008 (m&amp;eacute;dia di&amp;aacute;ria de US$ 203,8 milh&amp;otilde;es), o decr&amp;eacute;scimo foi de 36,5%.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quarta e quinta semanas de junho&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Entre os dias 23 e 29 de junho de 2008 (quarta semana do m&amp;ecirc;s), as exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es somaram US$ 4,817 bilh&amp;otilde;es (m&amp;eacute;dia di&amp;aacute;ria de US$ 963,4 milh&amp;otilde;es) e as importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es US$ 3,921 bilh&amp;otilde;es (m&amp;eacute;dia di&amp;aacute;ria de US$ 784,2 milh&amp;otilde;es), resultando um super&amp;aacute;vit comercial de US$ 896 milh&amp;otilde;es e uma corrente de com&amp;eacute;rcio de US$ 8,738 bilh&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A &amp;uacute;ltima semana do m&amp;ecirc;s de junho contou apenas com um dia &amp;uacute;til (30/6), quando as exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es, pelo crit&amp;eacute;rio da m&amp;eacute;dia di&amp;aacute;ria, apresentaram um total de US$ 993 milh&amp;otilde;es e as importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de US$ 671 milh&amp;otilde;es. O saldo comercial, no per&amp;iacute;odo, ficou positivo em US$ 322 milh&amp;otilde;es e a corrente de com&amp;eacute;rcio totalizou US$ 1,664 bilh&amp;atilde;o. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Ano&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No primeiro semestre de 2008 (123 dias &amp;uacute;teis) o saldo comercial somou US$ 11,370 bilh&amp;otilde;es (m&amp;eacute;dia di&amp;aacute;ria de US$ 92,4 milh&amp;otilde;es). Pelo crit&amp;eacute;rio da m&amp;eacute;dia di&amp;aacute;ria, o super&amp;aacute;vit comercial ficou 44,3% menor que o registrado no mesmo per&amp;iacute;odo do ano passado (US$ 166 milh&amp;otilde;es). &lt;/p&gt;&lt;p&gt;De janeiro a junho, foram registradas exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es de US$ 90,645 bilh&amp;otilde;es, com m&amp;eacute;dia di&amp;aacute;ria de US$ 737 milh&amp;otilde;es, um incremento de 24,8% sobre o desempenho m&amp;eacute;dio di&amp;aacute;rio das exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es apresentado no mesmo per&amp;iacute;odo de 2007 (US$ 590,4 milh&amp;otilde;es). &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na mesma compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o, observou-se um crescimento de 51,8% nas importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es brasileiras que sa&amp;iacute;ram de uma m&amp;eacute;dia di&amp;aacute;ria de US$ 424,5 milh&amp;otilde;es no primeiro semestre de 2007 para US$ 644,5 milh&amp;otilde;es no mesmo per&amp;iacute;odo de 2008. As importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es no ano somaram US$ 79,275 bilh&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;Agrave;s 15h30, o secret&amp;aacute;rio de Com&amp;eacute;rcio Exterior do Minist&amp;eacute;rio do Desenvolvimento, Ind&amp;uacute;stria e Com&amp;eacute;rcio Exterior, Welber Barral, conceder&amp;aacute; entrevista coletiva, quando divulgar&amp;aacute; mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre as opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es de exporta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e importa&amp;ccedil;&amp;atilde;o brasileiras no m&amp;ecirc;s de junho de 2008.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;../../sitio/interna/interna.php?area=5&amp;amp;menu=567&quot;&gt;Clique aqui&lt;/a&gt; e acesse os dados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es: &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Assessoria de Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o Social do MDIC &lt;br /&gt;(61) 2109.7190 e 2109.7198&lt;br /&gt;Rachel Porf&amp;iacute;rio&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;mailto:rachel.porfirio@desenvolvimento.gov.br&quot;&gt;rachel.porfirio@desenvolvimento.gov.br&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;</description>
		</item>
				<item>
			<title>Minas Gerais ganha primeira versão regional do Aprendendo a Exportar</title>
			<pubDate>2008-07-01T00:00:00-03:00</pubDate>
			<link>http://www.desenvolvimento.gov.br/sitio/interna/noticia.php?area=5&amp;noticia=8366</link>
			<description>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Na pr&amp;oacute;xima quinta-feira (3/7), o Minist&amp;eacute;rio do Desenvolvimento, Ind&amp;uacute;stria e Com&amp;eacute;rcio Exterior (MDIC), a Caixa Econ&amp;ocirc;mica Federal e o Governo de Minas Gerais assinar&amp;atilde;o um protocolo de inten&amp;ccedil;&amp;otilde;es para a elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o da vers&amp;atilde;o mineira do software &amp;ldquo;Aprendendo a Exportar por Unidade da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;rdquo;. A assinatura ser&amp;aacute; realizada durante a 127&amp;ordf; edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Encontro de Com&amp;eacute;rcio Exterior (Encomex), no Centro Cultural Usiminas, em Ipatinga.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O Encontro de Com&amp;eacute;rcio Exterior (Encomex) promovido pela Secretaria de Com&amp;eacute;rcio Exterior (Secex) do Minist&amp;eacute;rio do Desenvolvimento, Ind&amp;uacute;stria e Com&amp;eacute;rcio Exterior (MDIC), em parceira com a Ag&amp;ecirc;ncia Brasileira de Promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es e Investimentos (Apex-Brasil) ser&amp;aacute; realizado em Ipatinga, Minas Gerais, abrangendo o empresariado das regi&amp;otilde;es do Vale do A&amp;ccedil;o e Vale do Rio Doce. &lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Aprendendo a Exportar&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O Aprendendo a Exportar &amp;eacute; uma ferramenta interativa e did&amp;aacute;tica, que oferece aos usu&amp;aacute;rios &amp;ndash; empres&amp;aacute;rios e acad&amp;ecirc;micos &amp;ndash; um passo a passo sobre como vender para o mercado internacional, simulador de forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de pre&amp;ccedil;os e ensina como registrar uma opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Sistema Integrado de Com&amp;eacute;rcio Exterior (Siscomex). A p&amp;aacute;gina oferece uma vers&amp;atilde;o multissetorial e oito vers&amp;otilde;es espec&amp;iacute;ficas para os setores Gemas e J&amp;oacute;ias; Alimentos; Artesanato; Cal&amp;ccedil;ados; Confec&amp;ccedil;&amp;otilde;es; Flores e Plantas Ornamentais; M&amp;aacute;quinas e Equipamentos, M&amp;oacute;veis e a s&amp;eacute;rie especial dos 200 anos de com&amp;eacute;rcio exterior. O sistema pode ser acessado pelo site &lt;a href=&quot;http://www.aprendendoaexportar.gov.br/&quot;&gt;www.aprendendoaexportar.gov.br&lt;/a&gt; e tamb&amp;eacute;m est&amp;aacute; dispon&amp;iacute;vel em CD-ROM. &lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Mais novidades&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O Acordo de Coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o T&amp;eacute;cnica entre a Secretaria de Com&amp;eacute;rcio Exterior (Secex) do MDIC e a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econ&amp;ocirc;mico (Sede) do Governo do Estado de Minas Gerais, tamb&amp;eacute;m ser&amp;aacute; assinado no 127&amp;ordm; Encomex e se refere a incorpora&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Estado de Minas &amp;agrave; Rede de Centros de Informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de Com&amp;eacute;rcio Exterior &amp;ndash; Rede CICEX. &lt;br /&gt;A Rede de Cicex &amp;eacute; formada por centros regionais integrados, que t&amp;ecirc;m o objetivo de disseminar e facilitar o acesso a informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre o com&amp;eacute;rcio internacional. A Rede Cicex &amp;eacute; resultado de uma parceria entre o MDIC e os governos estaduais e busca propiciar um atendimento diferenciado, adequado &amp;agrave; necessidade do usu&amp;aacute;rio, por meio telef&amp;ocirc;nico, fax, e-mail ou visita pessoal ao centro mais pr&amp;oacute;ximo.&lt;br /&gt;Ainda durante a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Encomex em Ipatinga, haver&amp;aacute; o lan&amp;ccedil;amento do selo comemorativo do Centen&amp;aacute;rio da Imigra&amp;ccedil;&amp;atilde;o Japonesa. &lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Parceiros&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O 127&amp;ordm; Encomex contar&amp;aacute; com o apoio do Governo de Minas Gerais, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econ&amp;ocirc;mico e Social (BNDES), da Caixa Econ&amp;ocirc;mica Federal, do Banco do Brasil, da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o das Ind&amp;uacute;strias do Estado de Minas Gerais (FIEMG), do Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de Minas Gerais, da Prefeitura de Coronel Fabriciano, da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Ipatinga, do Servi&amp;ccedil;o de Apoio &amp;agrave;s Micro e Pequenas Empresas de Minas Gerais (SEBRAE-MG), do Exporta Minas, da Seguradora Brasileira de Cr&amp;eacute;dito &amp;agrave; Exporta&amp;ccedil;&amp;atilde;o S.A., da Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o das Empresas Comiss&amp;aacute;rias de Despacho e Agentes de Carga de Minas Gerais (CODACA), da C&amp;acirc;mara de Dirigentes Lojistas de Coronel Fabriciano, do Instituto Cultural Usiminas, da Ag&amp;ecirc;ncia para o Desenvolvimento de Tim&amp;oacute;teo (ADT), da Universidade Presidente Ant&amp;ocirc;nio Carlos (UNIPAC - Vale do A&amp;ccedil;o), da Faculdade Pit&amp;aacute;goras e das Aduaneiras.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Servi&amp;ccedil;o:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Evento: 127&amp;ordm; Encomex&lt;br /&gt;Data: 3 de julho de 2008 &amp;ndash; quinta-feira&lt;br /&gt;Local: Teatro do Centro Cultural da Usiminas (Shopping Vale do A&amp;ccedil;o) &lt;br /&gt;Hor&amp;aacute;rio: a partir das 8h&lt;br /&gt;Informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es: (33) 3272.4850, (31) 3822.1414 e Fax (31) 3822.1040&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es para a imprensa:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Assessoria de Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o Social do MDIC&lt;br /&gt;(61) 2109-7190 e 21097139&lt;br /&gt;Larissa Itabora&amp;iacute;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;mailto:larissa.itaborai@desenvolvimento.gov.br&quot;&gt;larissa.itaborai@desenvolvimento.gov.br&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
		</item>
				<item>
			<title>Miguel Jorge recebe ministro da Economia, Comércio e Indústria do Japão</title>
			<pubDate>2008-07-01T00:00:00-03:00</pubDate>
			<link>http://www.desenvolvimento.gov.br/sitio/interna/noticia.php?area=1&amp;noticia=8367</link>
			<description>&lt;p&gt;O ministro do Desenvolvimento, Ind&amp;uacute;stria e Com&amp;eacute;rcio Exterior (MDIC), Miguel Jorge, recebe amanh&amp;atilde; (2/7) o ministro da Economia, Com&amp;eacute;rcio e Ind&amp;uacute;stria do Jap&amp;atilde;o, Akira Amari, para reuni&amp;atilde;o e assinatura de memorando que cria o comit&amp;ecirc; de promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o de com&amp;eacute;rcio e investimentos entre os setores p&amp;uacute;blico e privado brasileiro e japon&amp;ecirc;s. O encontro ser&amp;aacute; &amp;agrave;s 8h, no pr&amp;eacute;dio do MDIC, em Bras&amp;iacute;lia.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O comit&amp;ecirc; ir&amp;aacute; se reunir uma vez por ano, com encontros sendo realizados alternadamente no Jap&amp;atilde;o e Brasil, e ser&amp;aacute; coordenado pelos respectivos vice-ministros de Ind&amp;uacute;stria. Tamb&amp;eacute;m participar&amp;atilde;o do grupo representantes do setor privado e de &amp;oacute;rg&amp;atilde;os governamentais dos dois pa&amp;iacute;ses.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A partir das 8h30, no mesmo local, ser&amp;aacute; realizada a reuni&amp;atilde;o do Grupo de Trabalho Binacional de Biomassa, formado por representantes do governo e da iniciativa privada de Brasil e Jap&amp;atilde;o. Durante o encontro, ser&amp;atilde;o assinados documentos nas &amp;aacute;reas de bioenergia, pesquisa e coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o t&amp;eacute;cnica.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Al&amp;eacute;m dos ministros de Ind&amp;uacute;stria brasileiro e japon&amp;ecirc;s, dever&amp;atilde;o estar presentes, nessa reuni&amp;atilde;o, o ministro de Ci&amp;ecirc;ncia e Tecnologia, S&amp;eacute;rgio Rezende, e representantes do Minist&amp;eacute;rio das Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Exteriores (MRE), Minist&amp;eacute;rio da Agricultura, Pecu&amp;aacute;ria e Abastecimento (Mapa), Minist&amp;eacute;rio do Meio Ambiente (MMA), Instituto Nacional de Metrologia, Normaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Qualidade Industrial (Inmetro), Petrobr&amp;aacute;s, Uni&amp;atilde;o da Cana de A&amp;ccedil;&amp;uacute;car (Unica) e Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional dos Fabricantes de Ve&amp;iacute;culos Automotores (Anfavea), dentre outros.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es para a imprensa:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Assessoria de Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o Social do MDIC&lt;br /&gt;(61) 2109.7190 e 2109.7198&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;mailto:juliana.ribeiro@desenvolvimento.gov.br&quot;&gt;juliana.ribeiro@desenvolvimento.gov.br&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
		</item>
				<item>
			<title>Ministério divulga política para exportação de serviços</title>
			<pubDate>2008-06-30T00:00:00-03:00</pubDate>
			<link>http://www.desenvolvimento.gov.br/sitio/interna/noticia.php?area=4&amp;noticia=8361</link>
			<description>&lt;p&gt;O II Encontro Nacional do Com&amp;eacute;rcio Exterior de Servi&amp;ccedil;os, que est&amp;aacute; sendo realizado hoje (1&amp;ordm;/7), no Rio de Janeiro, traz como tema principal &amp;ldquo;A Constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma Pol&amp;iacute;tica de Exporta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Servi&amp;ccedil;os&amp;rdquo;, assunto que contribuir&amp;aacute; com a implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o das medidas para o setor contidas na Pol&amp;iacute;tica de Desenvolvimento Produtivo (PDP), anunciadas em maio, pelo Governo Federal. O encontro ocorrer&amp;aacute; no edif&amp;iacute;cio sede da Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Com&amp;eacute;rcio Exterior (AEB), no Rio de Janeiro, patrocinado pelo Minist&amp;eacute;rio, AEB e Confedera&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo (CNC). &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O MDIC, coordenador das a&amp;ccedil;&amp;otilde;es para servi&amp;ccedil;os no Pa&amp;iacute;s, quer aumentar a competitividade das empresas brasileiras da &amp;aacute;rea, a maioria de pequeno porte, e consolidar uma pol&amp;iacute;tica de exporta&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o setor, que atenda as expectativas do governo, do segmento e da sociedade, por meio de programas e medidas adotadas nas diversas esferas administrativas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O evento ser&amp;aacute; aberto pelo secret&amp;aacute;rio-executivo do Minist&amp;eacute;rio do Desenvolvimento, Ivan Ramalho, representando o ministro Miguel Jorge, e ser&amp;aacute; coordenado pela Secret&amp;aacute;ria de Com&amp;eacute;rcio e Servi&amp;ccedil;os (SCS) do MDIC.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Servi&amp;ccedil;os na PDP&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o das medidas contidas na PDP e outras iniciativas da SCS tem o objetivo de mostrar as possibilidades de crescimento do setor - a partir de um trabalho conjunto dos setores p&amp;uacute;blico e privado -, por meio de incentivos como desonera&amp;ccedil;&amp;otilde;es, financiamentos, promo&amp;ccedil;&amp;otilde;es comerciais, assinaturas de conv&amp;ecirc;nios investimentos, tecnologia, capacita&amp;ccedil;&amp;atilde;o e gest&amp;atilde;o, entre outras propostas qualitativas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O conjunto de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es que o governo preparou para estimular as exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es de servi&amp;ccedil;os dever&amp;aacute; incluir linhas de financiamento e novas desonera&amp;ccedil;&amp;otilde;es tribut&amp;aacute;rias. As estimativas do Minist&amp;eacute;rio s&amp;atilde;o de que as exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es brasileiras do setor atingir&amp;atilde;o US$ 39,5 bilh&amp;otilde;es, em 2010. Essa proje&amp;ccedil;&amp;atilde;o foi feita considerando que o segmento apresenta crescimento de mais de 20% ao ano, desde 2005, e que isso representa o enorme potencial do setor crescer na economia brasileira. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Balan&amp;ccedil;a do setor&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante o evento, ainda est&amp;aacute; previsto o lan&amp;ccedil;amento da edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o atualizada do Panorama Internacional de Com&amp;eacute;rcio de Servi&amp;ccedil;os, com os dados de 2007 consolidados, instrumento base para nortear as atividades do setor no cen&amp;aacute;rio internacional. As estat&amp;iacute;sticas do documento apontam que o setor cresceu 5,0% no primeiro trimestre deste ano, comparado ao mesmo per&amp;iacute;odo de 2007, e os servi&amp;ccedil;os que mais se destacaram foram financeiros e seguros (15,2%); informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o (9,5%) e com&amp;eacute;rcio (atacadista e varejista), com 7,7%.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Minist&amp;eacute;rio est&amp;aacute; elaborando a balan&amp;ccedil;a comercial de servi&amp;ccedil;os, via Siscoserv (sistema semelhante ao Siscomex). O sistema, com registros via web, tem lan&amp;ccedil;amento previsto para 2009, inicialmente contendo dados de exporta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, como prev&amp;ecirc; o Plano Estrat&amp;eacute;gico de Est&amp;iacute;mulo &amp;agrave;s Exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es, a ser implementado pelo governo federal, nos estados e munic&amp;iacute;pios, e em parceria com empres&amp;aacute;rios do setor. O prot&amp;oacute;tipo do sistema ser&amp;aacute; apresentado durante o evento.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Hist&amp;oacute;rico do segmento&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do secret&amp;aacute;rio de Com&amp;eacute;rcio e Servi&amp;ccedil;os do&amp;nbsp; MDIC, Edson Lupatini, o II Encontro Nacional do Com&amp;eacute;rcio Exterior de Servi&amp;ccedil;os efetivar&amp;aacute; a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma pol&amp;iacute;tica espec&amp;iacute;fica para exporta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de servi&amp;ccedil;os, por ser um setor com expressiva participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o na forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Produto Interno Bruto (PIB) &amp;ndash; riqueza gerada pelo Pa&amp;iacute;s ao longo de um ano.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os servi&amp;ccedil;os brasileiros exportados em 2007 foram de US$ 22,6 bilh&amp;otilde;es (apenas 0,7 % do total do com&amp;eacute;rcio mundial, com US$ 3,3 trilh&amp;otilde;es), mas apresentam um ritmo crescente de vigor e dinamismo nas economias do mundo, entre elas no Brasil. No pa&amp;iacute;s, o segmento vem sendo considerado determinante para a sustenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do crescimento econ&amp;ocirc;mico, a forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o da renda e a gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de empregos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Hoje, o setor representa 66% do valor adicionado ao Produto Interno Bruto (PIB) - soma de todos os bens e servi&amp;ccedil;os finais produzidos no Pa&amp;iacute;s - e concentra 85% dos empregos formais. Outro ponto de destaque &amp;eacute; que servi&amp;ccedil;os &amp;eacute; o primeiro item da pauta atra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Investimento Estrangeiro Direto (46,9%); &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Lupatini lembra que a abertura de mercado no Pa&amp;iacute;s ainda &amp;eacute; recente (18 anos) e que houve avan&amp;ccedil;os na &amp;aacute;rea de bens, podendo vislumbrar muitas possibilidades neste novo segmento, principalmente em &amp;aacute;reas de moda, design, audiovisual, servi&amp;ccedil;os de engenharia, tecnologia da informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o (TI), consultoria empresarial, entre outras, com potencial de ser refer&amp;ecirc;ncia mundial. &amp;ldquo;As exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es de servi&amp;ccedil;os contribuir&amp;atilde;o para a formaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das empresas, maior inser&amp;ccedil;&amp;atilde;o de pequenos e m&amp;eacute;dios empreendimentos no mercado internacional e gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de empregos no Pa&amp;iacute;s&amp;rdquo;, ressalta o secret&amp;aacute;rio. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Servi&amp;ccedil;o:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Evento: II Encontro do Com&amp;eacute;rcio Exterior de Servi&amp;ccedil;os&lt;br /&gt;Data: 1&amp;ordm; de julho, das 9h &amp;agrave;s 16h15&lt;br /&gt;Local: Sede da Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Com&amp;eacute;rcio Exterior (AEB)&lt;br /&gt;Endere&amp;ccedil;o: Av. General Justo, 307 - 9&amp;ordm;, Edif&amp;iacute;cio Sede da CNC, Rio de Janeiro/RJ&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es para a imprensa:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Assessoria de Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o Social do MDIC &lt;br /&gt;(61) 2109.7190 e 2109.7198&lt;br /&gt;Alice Rosas Maciel&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;mailto:alice.maciel@desenvolvimento.gov.br&quot;&gt;alice.maciel@desenvolvimento.gov.br&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
		</item>
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