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Foi publicado hoje (4) no Diário Oficial da União o decreto que inclui os aeroportos do Galeão, no Rio de Janeiro, e de Confins, em Minas Gerais, no Plano Nacional de Desestatização (PND).
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As prefeituras precisam investir em políticas regionais de atração de investimento que estejam integradas com ações dos governos estaduais e federal. A avaliação é do coordenador-geral da Rede Nacional de Informações sobre o Investimento (Renai) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Eduardo Celino. Em sua opinião, infraestrutura e um bom índice de qualidade na educação básica, por exemplo, são pontos que podem contribuir na tomada de decisão de um novo investidor.
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Os desembolsos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) alcançaram a marca de R$ 156 bilhões em 2012, com crescimento de 12% na comparação com o ano anterior. As consultas, com alta de 60%, e as aprovações de novos projetos, que cresceram 58% em relação a 2011, atingiram níveis sem precedentes na história do Banco. Os indicadores refletem a forte disposição de realização de investimentos por parte do empresariado brasileiro.
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O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e a Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Reforma Agrária, Pesca e Aquicultura (Seagri) da Bahia terão uma agenda de trabalho conjunta para a elaboração de políticas de atração de investimentos para o setor de agroindústria do estado. A ideia é divulgar as potencialidades da região da partir da participação de representantes do estado em missões empresariais internacionais organizadas pelo MDIC e em reuniões e eventos do governo federal que tenham como foco a atração de investimentos.
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O governo investirá R$ 54,2 bilhões para modernizar a infraestrutura do setor portuário brasileiro. Os recursos fazem parte do Programa de Investimento em Logística: Portos, lançado nesta quinta-feira (6), no Palácio do Planalto, pela presidenta Dilma Rousseff. O programa prevê uma série de medidas para incentivar a modernização da infraestrutura e da gestão portuária, a expansão dos investimentos privados no setor, a redução de custos e o aumento da eficiência portuária.