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Empresas do Piauí vão receber apoio e treinamento para exportar mais

03/03/2016

Empresas do Piauí vão receber apoio e treinamento para exportar mais

Teresina (3 de março) - O Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior lançou nesta quinta-feira as ações do Plano Nacional da Cultura Exportadora (PNCE) voltadas para empresas do Piauí. Braço regional do Plano Nacional de Exportações, o PNCE tem o objetivo de aumentar o número de empresas que operam no comércio exterior e, consequentemente, aumentar as exportações de produtos e serviços do estado.

O diretor do Departamento de Estatística e Apoio à Exportação, Herlon Brandão, disse que o PNCE é uma iniciativa de diversos parceiros e uma construção coletiva baseada na expertise dos diversos órgãos no comércio exterior.

“O caminho da exportação tem seus desafios e seus ganhos. Estamos aqui para mostrar isso. Vamos caminhar juntos. Acreditamos no potencial da pauta do estado, em especial de serviços”, disse Brandão, durante cerimônia de lançamento do PNCE.

Inicialmente, participarão do programa empresas dos setores de castanha, apicultura e pedras preciosas (opala), entre outros a serem definidos em conjunto com o estado.

O PNCE é desenvolvido em cinco etapas – sensibilização, inteligência comercial, adequação de produtos e processos, promoção comercial e comercialização. Além disso, conta ainda com três temas transversais para o direcionamento das empresas: financiamento, qualificação e gestão. Até o final deste ano, empresas de todos os estados brasileiros serão beneficiadas com as ações do PNCE.

O senador Freitas Neto, diretor de assuntos econômicos da Federação das Indústrias do Piauí (Fiepi), disse que o estado ainda exporta pouco e que este é o grande desafio. “Há a necessidade de.aumentar o.volume de vendas ao exterior e diversificar a pauta”, afirmou.

Margarete Coelho, vice-governadora do Piauí, disse que a cultura da exportação é a porta de saída para o desenvolvimento econômico do estado. “Esse ato é a coroação de uma grande caminhada. Estado que só produz para o mercado interno está fadado à involução. Precisamos produzir olhando para fora”.

“Temos que trabalhar no fortalecimento e criação dessa cultura exportadora no Piauí. Precisamos sair do discurso e colocar a mão na massa. Precisamos identificar e ampliar a base de produtos para exportar. Temos que agregar valor e deixar de exportar apenas commodities”, disse a vice-governadora.

As empresas participantes do PNCE terão apoio dos parceiros na avaliação de seus produtos e serviços; consultoria de inteligência comercial, para identificar em quais mercados há potencial de venda; participação em missões comerciais; e rodada de negócios com compradores estrangeiros. Os empreendedores também vão ter acesso a diversas ferramentas de treinamento e capacitação.

Dentre as ações do PNCE previstas para este ano, estão: Curso Básico de Exportação e Treinamento em Exportação para Empresas de Pequeno Porte (MDIC); Estudo sobre potencialidades de exportação do Estado, realizado pela (Apex-Brasil) e Pesquisa de mercado e videoconferência com os SECOMs (MRE).

No Piauí, o programa conta com apoio de parceiros nacionais e estaduais, como o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), o Ministério das Relações Exteriores (MRE), a Receita Federal, a Caixa Econômica Federal, o Banco do Brasil, a Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos (Apex-Brasil), os Correios, o Governo do Estado, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Tecnológico - SEDET, Federação das Indústrias do Estado do Piauí - FIEPI, Companhia de Terminais Alfandegados do Piauí, Zona de Processamento de Exportação Parnaíba, SEBRAE.

Exportações
Em 2015, o Piauí foi 20º exportador entre os estados brasileiros e o sexto da Região Nordeste, respondendo por 1,6% do total de vendas externas da região. Durante o ano passado, as exportações totalizaram U$ 402 milhões e as importações US$ 111 milhões, gerando um superávit de US$ 291 milhões. A pauta exportadora do Piauí, em 2015, foi composta 85,8% de produtos básicos e 14,2% por bens industrializados (manufaturados e semimanufaturados).

Os principais itens exportados durante o ano foram soja em grãos, ceras vegetais, milho em grãos, algodão e mel natural. Os principais destinos das exportações do estado foram China, Espanha, Estados Unidos, Japão e Reino Unido.

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